22.2.11

Sou apaixonada por trilhas e temas de filmes.E tenho razão, porque muito material de qualidade foi e continua sendo produzido nessa área. E o cinema dá total liberdade para o músico criar, dentro de um universo infinitamente íntimo para o artista. É ele e o roteiro, ele e a tela, ele e a imagem, ele e o close do ator/atriz, ele e o diretor, ele com ele mesmo.E em "Amália, o filme" (que eu ainda não assisti) não foi diferente.Percebemos a liberdade que permeou o trabalho de Nuno Maló e o resultado é sublime:



No tema principal ele mescla o fado com o Cello de Tina Guo e a Sinfônica de Budapeste. O resultado é arrebatador!

2 comentários:

Carlos Barbosa de Oliveira disse...

Também não vi e foi escrever uma heresia: não sou fã de Amália.
Vou fugir antes que alguém me apanhe...

Turmalina disse...

Carlos...também não sei se gosto ou não da Amália.Depois de conhecê-la melhor posso concondar ou não com vc!