15.6.17

Fiz as contas e descobri que não faz um ano que não dirijo e sim dois!
No começo não me importava tanto, mas o tempo vai passando e a falta de liberdade de ir e vir , quando e como quero, começa a incomodar.
Minha consulta do dia 13 foi inconclusiva.Por que eu não gosto de ir à médicos novos? Porque eles sempre nos mandam em outros médicos.Conclusão: segunda feira irei a um neurologista.
E neurologistas sempre pedem muitos exames.
Não sei para quê tanto, eu me sinto ótima, só não sinto as pontas dos pés.O que afeta diretamente meu equilíbrio e não me permite ter segurança para dirigir.
Lá vou eu outra vez para uma batelada de exames.
Era tudo que eu não queria!
Tem quem goste, mas eu não.
Eu bem que tento mas tá complicado ser dona das minhas vontades.
Ô Vida, facilita aí.

11.6.17

Shigeru Umebayashi é um compositor japonês, apaixonado por cinema, com participação em mais de 50 filmes.



People moving all the time 
Inside a perfectly straight line 
Don't you wanna just curve away?




O fato de amar os desenhos do Studio Ghibli não significa que eu não goste da Disney!
Tem lugar para todos no meu gostar.

9.6.17

Vou dormir pensando na frase que li hoje:

"Ninguém sabe ao certo o impacto que causamos na vida dos outros"

Sabe que eu não sei...


8.6.17

Não vivo sem música, ela alimenta minha alma.
E depois de assistir a série Seyit ve Sura, super melodramática, fiquei ainda mais emotiva.
Ok, uma coisa parece não ter ligação com a outra, mas tem!
O veículo é a música e a relação é o lugar para onde ela nos transporta.



Aí tenho que abstrair mesmo!

4.6.17

Logo mais eu completo 50 anos...olhando assim não parece tanto, mas é.
O que eu poderia dizer da minha experiência até então?
Meninas, sejam fortes, independentes, "emponderem-se" (está na moda, né?), mas não deixam que percebam o quanto vocês são fortes.
Meu pai sofreu um grave acidente quando eu tinha de 12 para 13 anos de idade.Ele passou 8 meses numa cama hospitalar.Eu tive que aprender a crescer, a ser forte e a não precisar da ajuda dos meus pais.Depois morei sozinha, em seguida voltei para casa e me dediquei aos estudos como faculdade, cursos, estágios e etc.Foram muitos e meu muito bem em tudo o que fiz.
Fui ganhando força, muita força!Assim as pessoas me viam e assim eu queria ser vista.Desde a minha bisavó russa era inadmissível demonstrar fraqueza dentro e fora de casa.Isso deve ser parte do orgulho eslavo.
Hoje, quando algo de ruim acontece sou eu quem abraça os outros, quando na verdade eu é precisaria ser abraçada.
Não é porque eu aguento bem, que eu não sofro. Aí tem relação com o que eu sinto e não com a forma como eu reajo.
Minha armadura é de ferro, mas meu coração, de melão.


Mas como dizia meu pai:
- Deixa prá lá!