26.6.16

Acho que tenho mesmo um coração de mel, de melão.
Me emociono em shows, óperas, filmes, peças, casamentos, aniversários e etc. A música tem muita relação com o isso!
Se bem que costumo me emocionar também durante uma conversa.
Mas enfim, quando a música é usada de forma certeira, evidenciando o contexto, aí eu me acabo!
É água que não acaba mais...começa de uma forma contida e vai crescendo até sair pelos olhos e escorrer pela maçãs do rosto.
Chorei em King Kong, The Champ, Cidade dos Anjos, À espera de um milagre, Homens de Honra, A vida é bela, Chiriro, O rei Leão, Sempre ao seu lado, A vida secreta das abelhas, Outono em Nova York, Tarzan, A lenda do pianista do mar, A missão, O discurso do rei, As pontes de Madison,  Billy Elliot,  Nas montanhas dos gorilas, Em busca da terra do nunca, Uma lição de amor, O homem bicentenário, Em nome do pai , Noites de tormenta e outros tantos.
Em todos a trilha sonora faz sua parte.
E tem ainda o caso em que a própria música rouba a cena:


Não sei bem os motivos, mas muita gente gosta de mim e muitas eu nem imagino quanto.Fico sabendo anos depois ou quando morrem.
Bem que as pessoas podiam externar mais seus sentimentos!
Hoje estava explicando para a minha afilhada porque a avó dela me chamava de coração de melão.
É porque sempre lembrava de mim quando escutava esta música:



Uma forma bonita de externar amor, não é?

23.6.16

Eu vou viver 10, vou viver 100, eu vou viver 1000, eu vou viver sem você!!!
De uma forma bem subjetiva tem certas situações que trazemos para a nossa vida que funcionam mais ou menos como a pessoa dessa música. Quando você se dá conta já está envolvida, e contrariada, até o pescoço.
Mas enfim eu quero é cantar, cantar, cantar prá clarificar a minha voz!!!
Adoro o jeito debochado dessa música....tem dias em que eu bem que gostaria de falar desse jeito, mas sou muito "amestrada" para isso.


Voltando ao normal:

22.6.16

Hoje fui conhecer um lugar muito interessante, uma vinícola localizada à aproximadamente 25 km daqui.


Lá são produzidas 14 variedades de uvas, entre elas: Niagara Rosada e Branca, Isabel, Bordô, Máximo, Violeta, Lorena, Clara e Syrah.


Distante 2,5 km de uma movimentada rodovia, parece um outro mundo. O sítio fica no alto de uma colina e de lá o que vemos é só mata e parreirais.


Foi uma visita curta, provei três tipos de vinho hoje.Pretendo voltar para experimentar os demais, são 7 ao todo.
Consegui me distrair por um tempo namorando aquele cenário extremamente atraente. É engraçado como o vinho tem força. Contemplar o parreiral é revigorante!  


Eu precisava de uma pausa assim!!!
Voltei nova em folha, de parreira.

21.6.16

Então conseguiram...assassinaram a onça JUMA.

" Juma, resgatada há 17 anos, quando a mãe foi morta por caçadores, era mascote do Batalhão de Infantaria de Selva (BIS), segundo o presidente da Associação dos Oficiais R2 do Amazonas, Fernando Fernandes. O abate foi feito por militares do CIGS e isso causou constrangimento entre as unidades." (Fonte: http://www.portaldomarcossantos.com.br © Blog do Marcos Santos)


Sabem o caso do gorila com a criança...então, ele também não pediu para estar lá.
É essa mania do ser humano de retirar os animais de seus habitats.No caso de JUMA ela poderia ter sido reintroduzida na natureza e não foi. Até entendo os motivos.E uma vez que ela está longe do que deveria ser a sua casa o cuidado com ela deveria ser redobrado.
Ninguém é obrigado a entender de biologia, mas muitos assistiram " As aventuras de Pi? ", " Água para elefantes" e outros filmes do gênero, não é?
Então.... JUMA foi assassinada por conta dos caprichos humanos, por causa de uma porra de um desfile de uma tocha olímpica que glorifica um país de mentiras, que não tem condições de sediar qualquer evento de grande porte.Um país que usa uma Copa do Mundo ou uma Olimpíada como pretexto para muitos enriquecerem irregularmente enquanto a população brasileira sofre com a falta de estruturas de saúde, segurança, saneamento, transporte e educação.
De onde partiu a ordem para levar a onça ao desfile?
Que imbecil não pensou que ela ficaria estressada com a movimentação?
Simplesmente argumentar que ela foi morta para garantir a segurança/integridade física das pessoas que estavam no local é fácil. Assumir que foi uma idéia estapafúrdia, sem noção, irresponsável, isso ninguém quer.
Dizer que a mataram injustamente menos ainda.
Vamos contabilizar mais um legado das Olimpíadas 2016, como a queda da ciclovia.
A coisa está só começando...

19.6.16

Das coisas que encontramos no facebook:

"Eu acredito em grandes amores.
Mas falo e namoro como se não acreditasse.
Eu não tenho expectativas fúteis para o romance. Eu não estou à espera de sentir aquela sensação estranha de estar a flutuar. Eu sou um daqueles indivíduos raros, talvez um pouco cansados, que realmente gosta deste ambiente atual de conexão entre as pessoas e é feliz por viver numa época em que a monogamia não é necessariamente a norma.
Mas eu acredito em grandes amores, porque já tive um.
Eu tive esse amor que tudo consome. O amor do tipo “eu não posso acreditar que isto existe no mundo físico.”
O tipo de amor que irrompe como um incêndio incontrolável e então se torna brasa que queima em silêncio, confortavelmente, durante anos. O tipo de amor que escreve romances e sinfonias. O tipo de amor que ensina mais do que tu pensaste que poderias aprender, e dá de volta infinitamente mais do que recebe.
É amor do tipo “amor da tua vida”.
E eu acredito que funciona assim:
Se tu tiveres sorte, conhecerás o amor da tua vida. Tu estarás com ele, aprenderás com ele, darás tudo de ti a ele e permitirás que a sua influência te mude em medidas insondáveis. É uma experiência como nenhuma outra.
Mas aqui está o que os contos de fadas não te vão dizer – às vezes encontramos os amores das nossas vidas, mas não conseguimos mantê-los.
Nós não chegamos a casar-nos com eles, nem passamos anos ao lado deles, nem seguraremos as suas mãos nos seus leitos de morte depois de uma vida bem vivida juntos.
Nós nem sempre conseguimos ficar com os amores da nossa vida, porque no mundo real, o amor não conquista tudo. Ele não resolve as diferenças irreparáveis, não triunfa sobre a doença, ele não preenche fendas religiosas e nem nos salva de nós mesmos quando estamos perdidos.
Nós nem sempre chegamos a ficar com os amores das nossas vidas, porque às vezes o amor não é tudo o que existe. Às vezes tu queres uma casa num pequeno país com três filhos e ele quer uma carreira movimentada na cidade. Às vezes tu tens um mundo inteiro para explorar e ele tem medo de se aventurar fora do seu quintal. Às vezes tu tens sonhos maiores do que os do outro.
Às vezes, a maior atitude de amor que tu podes ter é simplesmente deixar o outro ir.
Outras vezes, tu não tens escolha.
Mas aqui está outra coisa que não te vão contar sobre encontrar o amor da tua vida: não viveres toda a tua vida ao lado dele não desqualifica o seu significado.
Algumas pessoas podem amar-te mais em um ano do que outras poderiam te amar em cinquenta. Algumas pessoas podem ensinar-te mais em um único dia do que outras durante toda a sua vida.
Algumas pessoas entram nas nossas vidas apenas por um determinado período de tempo, mas causam um impacto que mais ninguém pode igualar ou substituir.
E quem somos nós para chamar essas pessoas de algo que não seja “amores das nossas vidas”?
Quem somos nós para minimizar a sua importância, para reescrever as suas memórias, para alterar as formas em que nos mudaram para melhor, simplesmente porque os nossos caminhos divergiram? Quem somos nós para decidir que precisamos desesperadamente substituí-los – encontrar um amor maior, melhor, mais forte, mais apaixonado que pode durar por toda a vida?
Talvez nós devêssemos simplesmente ser gratos por termos encontrado essas pessoas.
Por termos chegado a amá-las. Por termos aprendido com elas. Pelas nossas vidas se terem expandido e florescido como resultado de tê-las conhecido.
Encontrar e deixar o amor da tua vida não tem que ser a tragédia da tua vida.
Deixá-lo pode ser a tua maior bênção.
Afinal, algumas pessoas nunca chegam sequer a encontrá-lo."

Texto original de Heidi Priebe


18.6.16

Adoro os romances franceses por conta daqueles detalhes que normalmente são deixados de lado em outras produções.Neste caso o que me chamou a atenção foram alguns enquadramentos bem interessantes, uma edição dinâmica, uma trilha sonora agradável e um roteiro aparentemente normal, até mesmo um tanto piegas, mas que te leva a pensar na sua própria vida, misturar tudo lá na sua memória, em muitos momentos do filme:

There's no way...ou melhor, não tem jeito, não, sou Beatles forever.
Paul pega um brincadeira de rua, que combina bola e adivinhação, daquelas que fazíamos quando estávamos entediados lá na velha infância e transforma numa música gostosa de cantar e cheia de significância para o nosso sempre alerta subconsciente.
"Afinal há regras que você nunca me contou."

14.6.16

Chega de histórias tristes.
Também não tenho ainda uma bem feliz para compartilhar...mas estou lidando melhor com a tal da minha sensibilidade.Me deixei abater um pouco.
Mas hoje acordei naturalmente feliz, como costumo ser.
Outro dia uma pessoa me disse que a vida deveria ter trilha sonora.Aquilo ficou martelando dias na minha cabeça.Mas é claro, a vida tem trilha sonora sim.
Músicas traduzem estados de espírito.Sons traduzem ações.Até mesmo o silêncio nos fala.
Fecho os olhos e escuto!
São muitas as músicas e sons que vivem comigo.Afinal, minha alma é tão grande e tão complexa que fica difícil defini-la com poucos acordes.
Hoje, agora, estou mais ou menos assim:

12.6.16

Sim, faz frio, que eu gosto muito.
Mas...
Passei os últimos dias um tanto introspectiva.
Na madrugada da última quinta feira perdemos um amigo, vítima de uma explosão.Garoto novo, trinta e poucos anos.Trabalhou conosco quando tinha dezessete, às vésperas de se tornar pai prematuramente.Alguns anos depois foi trabalhar com o pai, que tinha uma loja de sapatos.Por fim, há uns anos atrás, entrou de sócio num bar e lanchonete.
O estabelecimento ia de vento em popa.
Logo pegou fama por ter preço e qualidade.Sem falar no tamanho dos lanches que podiam ser degustados com cervejas para todos os gostos.
Ele estava feliz, muito feliz. Mas foi justamente no bar que a explosão aconteceu, queimando-lhe setenta por cento do corpo.Depois de cinco dias de sofrimento intenso ele faleceu.
Isto mais que justifica minha introspecção.
Afinal eu sou assim, extremamente reativa e humana.


 

9.6.16

Tem pessoas na vida da gente que funcionam ao mesmo tempo como doença e cura.
Quando presentes, sempre de forma muito forte, chegam a causar uma febre interna incontrolável.
Quando distantes são quase um alívio.
Quando muito tempo ausentes chegamos a pensar que estamos livres.
Fica uma lembrança gostosa, que nos conforta, que nos acalma. 
Aí o tempo passa, passa, passa e quando estamos nos esquecendo, elas reaparecem e volta tudo ao princípio!

7.6.16

Não gosto de acordar muito cedo, principalmente nos meses mais frios do ano, mas por outro lado gosto quando saio de casa logo de manhã e tenho a oportunidade de voltar antes.
Aí deixo tudo de lado, pego uma caneca de chá, coloco os fones de ouvido e venho garimpar músicas na internet.
É cada coisa boa que eu encontro:

6.6.16

Muito se falou nos últimos dias, nos noticiários, sobre a região em que moro.
Uns chamaram de Tornado, outros de Microexplosão, mas uma coisa é certa, foram momentos de tensão.O evento todo levou mais de uma hora e o ápice não mais que cinco minutos.
Começou por volta da meia noite, no intervalo do jogo do Brasil x Equador, com uma tempestade elétrica.As paredes tremeram por um longo tempo.Em seguida entrou uma chuva com vento, a energia elétrica acabou e quando nos demos conta parecia que as janelas não iriam aguentar tanta pressão. O vento cantava enquanto pipocavam luzes no céu.Parecia cena de filme de terror.A água entrava por todas as frestas das portas e janelas.As paredes choravam.Depois ainda vieram os granizos e por fim, mais água.Lá pela uma e meia da manhã a chuva passou e ficou somente uma garoa fina.
Sem luz, não tínhamos idéia dos estragos.
Na amanhã seguinte, ainda sem energia, que só voltou às duas da tarde, vimos que os estragos foram poucos por aqui, só muita sujeira de folhas, galhos e terra. E a casa mais ou menos úmida, nada ficou muito seco.Perdemos uma bananeira que estava carregada, o que havia plantado na horta e um aparelho de telefone.
Ou seja, nada comparado ao que outras pessoas perderam.
Agora à noite chove à cântaros.Penso naqueles que perderam os telhados e parte de suas casas e torço para que a chuva vá embora logo!

As imagens abaixo são todas verdadeiras:

1.6.16

Hoje um dos meus filmes favoritos completa 15 anos e ele continua me encantando da mesma maneira.
Sou um pessoas de encantos eternos, tenho muito disso, gosto, me apaixono e acabo gostando para sempre.Não necessariamente nesta sequencia, alguns processos passam por algumas interrupções, como um tipo de hibernação, demoram um pouco para me conquistar.
Às vezes anos...
Que não é o caso de Moulin Rouge, este foi amor à primeira vista:



É o tipo de filme que gosto de assistir quando o mundo parece estar desmoronando lá fora.
Consigo me isolar nele, porque a música, até mais do que o cinema, exerce este poder sobre mim.

31.5.16

Ufa! Achei que não fosse sair mais do poço do resfriado eterno.
Enfim nos separamos e hoje respiro aliviada.
Acabei passando o feriado de cama, com poucas incursões à cozinha.Não fiz o nhoque de pinhão.
Fui combatendo o mal com sopa, vinho, suco de laranja e chocolate.
Gosto de momentos introspectivos.Eu e essa minha eterna mania de transformar o desagradável em algo suportável.
Entendo que toda pausa seja uma oportunidade para reflexões...

26.5.16

Aí você percebe que um filme com o Richard Gere lhe escapou e resolve assisti-lo na manhã ensolarada de um lindo feriado.
"Noites de Tormenta" (2008) é aquele filme que não promete nada, mas que aos poucos, vai construindo uma bela história, comum, linear, mas que te faz derramar baldes de lágrimas.O cenário é, literalmente, a minha praia.E ainda tem o detalhe de que tenho uma afinidade gigante com o Richard Gere desde "A Força do Destino" (1982).
Socorro!!! Gastei quase que uma caixa de lencinhos...



O filme foi baseado no livro, de mesmo título, de Nicholas Sparks que também teve outras obras convertidas em filmes: “Um amor para recordar” e “Diário de uma paixão".
Dos 3 filmes/livros, "Noites de Tormenta",  é agora o meu favorito!

25.5.16

Outro dia comprei um livro sobre receitas típicas do leste europeu que prometia uma breve nota sobre cada receita.Das 100 páginas e mais de 30 receitas não consegui aproveitar uma.E muito menos as notas que de tão breves que eram não diziam nada.
Depois disso retomei um projeto pessoal antigo, o livro de receitas da minha mãe, recheado de relatos e fotos.No material que já tenho separado tem fotos antigas e até mesmo receitas escritas à pena.Uma delas, inclusive, vem datada de 1950.Os ingredientes são um capítulo à parte.
Como diz minha mãe: é quase uma reunião da ONU aonde cada convidado leva um prato, tamanha a diversidade de influências em seus pratos.
E prometo inserir notas interessantes antes de cada receita.
Mudando de pato prá ganso já escolhi a trilha sonora para o feriado.Como também o cardápio para os próximos quatro dias.Vou fazer uma sopa creme de aspargos, que amo de paixão e experimentar uma receita de nhoque de pinhão.Além do empadão de frango com catalônia, sem glúten.


Se eu encontrar a catalônia para comprar, né?
Quanto à trilha sonora:


22.5.16

Este blog está parecendo o: "qual é a música?"
Tô precisando descontrair e não existe nada melhor que a música, e suas associações.
O final de semana foi complicado.
Minha mãe super gripada e meu pai que precisa de assistência para se lembrar das coisas.Agora cismou que precisa tomar a vacina da gripe, a mesma que ele tomou há duas semanas atrás. Com a gripe, minha mãe não tem fome e não quer comer, aí ele também não quer.
Hoje fui almoçar com eles, aí os dois comeram!
Fui também fazer-lhes uma proposta: que venham morar comigo.
Minha mãe vai pensar no caso, o que já é um bom começo.
Fiquei feliz ao vê-los melhor hoje.Voltei para casa e produzi horrores no crochê.
E nada como boa música para embalar meus trabalhos manuais:



Não me canso de escutar esta música, que é linda de qualquer jeito:

21.5.16

Continuei fuçando no youtube e me diverti com o que encontrei.
Antes da Netflix e até mesmo das locadoras de filmes, o melhor programa de final de semana, e de dia de semana também, era ir ao cinema.No auge da minha adolescência faziam muito sucesso Barbra Streisand, Olivia Newton John, John Travolta e consequentemente Bee Gees.

20.5.16

Hoje publicaram no face uma música que me remeteu ao meu primeiro ano de faculdade.
Era 1986, época em que poucas mulheres, no interior, dirigiam para cima e para baixo.O fato de eu ter carro e pegar estrada ainda deixava algumas pessoas surpresas.A maioria mal sabia que eu havia até morado sozinha na capital, no ano anterior.E também à ninguém interessava.
Eu já agia por conta e pensamento próprio.Tinha uma necessidade gritante de independência e lutava por ela.Daí que escolhi o curso de jornalismo.E como filhinha de papai que eu era também fui influenciada por ele, que enquanto cursava Direito, foi repórter da Folha de S. Paulo.
Na segunda semana de aula acabei sendo surpreendida pelos "veteranos". Era cantar no karaokê, no teatro da faculdade lotado, ou desfilar pelos corredores com as roupas de baixo sobre as de cima. Escolhi cantar, afinal, azar de quem ouvisse.
Cantei meio mal mas fui efusivamente aplaudida!
Acho que foi a segurança com que cantei porque uma coisa aprendi desde cedo, não deixar que percebam os meus medos.Afinal, é isto que as pessoas querem, aproveitar um momento de fragilidade, de fraqueza.Isso a minha genética não permite.



O que eu mais gosto nestes videos do youtube é que uma coisa leva a outra.Assim sendo fui voltando no tempo e encontrei o Peter Frampton. Esta música não vou nem comentar, ela é anterior à faculdade.



18.5.16

Meu nome é cansaço...mas um bom cansaço, fruto de dias produtivos.
O friozinho dos últimos dias é o que salva. Tempo de banho quente, mantinha, chá, muita gostosura e principalmente: criatividade.
Tempo também de ir a todos os "istas", dentista, cardiologista e endocrinologista.Para quebrar a sequencia marquei um homeopata! Até então o resultado têm sido positivo.
E vou reclamar? Claro que não!
Como dizem agora: está tudo favorável!
Gostar de ir ao médico eu não gosto, mas dizem que precisa, pelo menos uma vez ao ano.Desde os 45 eu tenho feito a minha parte.
Tenho feito é mágica para administrar o tempo.
Beijos para os que ficam porque vou dormir, afinal preciso me dedicar ao meu sono da beleza!