18.6.06

EU E A CORUJA
( Regina Ribeiro)

Ah... se eu corujinha fosse, para mim nada iria mudar:minha família continuaria a mais linda do mundo, independente de como fossem;eu continuaria odiando gaiolas, muros, prisões e amando a liberdade;a noite continuaria sendo o melhor momento para permanecer alerta e comida somente serviria para a fome saciar.E de quebra, eu continuaria protegendo a tudo e a todos dos males que afligem nossas almas,independente de onde viessem e de quem fossem.Todos teriam seus valores reconhecidos e o amor imperaria em qualquer decisão.

São Paulo, 26/09/2005

3 comentários:

Senhora D. disse...

que fragmento bonito... esse sentimento coruja tem nome: cuidado. Beijos, minha esperançosa e luminosa amiga...

Rosana disse...

Turmalina querida,
Compactuo com todas as palavras da Regina. Eu sou uma corujona e não corujinha.
Lendo seus posts mais antigos, cheguei no q vc contava da chuteira do seu filho. Meu Deus, essas coisas me fazem mal, sabia?
Fico indignada com a pequenez (é assim que escreve?) do ser humano. Seu filho haverá de ser superior à toda essa ignorância, tenho certeza absoluta. Da mesma forma que o gordinho da corneta!
Ai, que tenho vontade de pular da janela qdo tomo conhecimento dessas coisas. Dá um desânimo dessa vida.
Um beijo, queridona!

Layla disse...

Agora entendi por que gosto tanto de corujas: nunca havia parado para pensar. Os animais sempre nos dando grandes lições... Aliás, recebi um texto sobre gatos e psicologia, e acho que você - gateira como eu - iria gostar dele... Vou mandar pra ti.
Ai, adoro vir aqui, tomar o seu chazinho de frutas vermelhas... :)
Beijo grande, Turmalina querida!
Salaam
Layla