15.11.12

Gosto imenso desta música do Chico. Ela é tão clara... nela vejo imagens e sensações literalmente boiando na minha frente.
Como uma contumaz afobada, adoro quando ele logo de cara já canta:
- Não se afobe, não, que nada é prá já.
Pois é, Chico...o amor na verdade sabe esperar, se bem que nem sempre em silêncio, porque tem dias em que ele grita insistentemente.
Gosto muito também da idéia de escafandristas remexendo no passado, aonde encontram misturados fragmentos de cartas, poemas, mentiras e fotografias, que imagino um tanto desbotadas, em meio aos ecos de almas que estiveram um dia, ou quem sabe eternamente, apaixonadas.
E será que somos, assim, tão estranhos? Talvez sim.
Ou talvez não.

Um comentário:

Carlos Barbosa de Oliveira disse...

Maravilha! Não conhecia...obrigado pela partilha.