1.5.12

Certa vez escrevi um texto sobre uma mulher que viveu esperando que seu grande amor entrasse pela porta numa manhã de domingo.Mas ele não era tão ausente assim.Embora não aparecesse, enviava-lhe flores.E assim foram vivendo de esperanças de um amor para toda vida, sem nunca terem vivido juntos.
Escutando essa música e vendo a imagem me lembrei deles.O processo criativo é tão imprevisível.As idéias vem e vão e podem ficar em estado de latência, por dias, meses e até anos.



A história deles ainda não terminou, eu estou aqui juntando os pedaços e com certeza ainda demorará um pouco para eu montar a trama toda.Na verdade eu não sabia que iria dar continuidade a ela. Me parece que existe a esperança de um futuro juntos, nem que seja em outra vida.Na última vez que escrevi sobre eles eu o matei, mas já estou arrependida... afinal o amor deles parece tão sincero.

4 comentários:

Carlos Barbosa de Oliveira disse...

Havia um autor de livros policiais, cujo nome agora não me ocorre, que tinha sobre a secretária um papel com o nome de cada uma das personagens. À medida que os ia matando, ia rasgando o papel. Um dia, porém, esqueceu-se de rasgar um papel e a personagem voltou a aparecer no livro, sendo morta apenas no final.
Nunca li esse livro, mas foi o que me contaram e lembrei-me disso por causa da morte prematura da sua personagem :-)

Turmalina disse...

Carlos...adorei seu comentário, entendo perfeitamente tal autor.O que me fez pensar que tenho aqui uns projetos engavetados e alguns temas que muito me atraem, mas que ainda não tenho competência e bagagem suficientes para ir adiante.Saramago escreveu seu primeiro romance aos 25 anos, mas só amadureceu literariamente aos 60 :o)

*Claudinha disse...

Oi Cacau,

Pensei tanto em vc neste final de semana...
Tudo bem por aí?

Beijos,

*Clau

Turmalina disse...

Clau...por aqui tudo ótimo, só uma saudade teimosa e muito silêncio interno :o)
Beijos