5.3.11

Podemos simplesmente gostar ou desgostar de uma música, uma pessoa, um filme ou etc.Hoje conheci através do Carlos, lá do Crônicas, o grupo Poets of the Fall, num post sobre o Carnaval. Gostei e resolvi trazê-los para cá. É uma banda finlandesa com muita personalidade. Já ganharam diversos prêmios e ao contrário de outros artistas disponibilizam suas músicas na internet.Escutei mais de quinze músicas e foi difícil escolher qual postar. Eles começaram com essa:



Com essa outra também fizeram bastante sucesso:


Romântica, gostei muito dessa:



E como uma coisa puxa a outra, (aliás eu tenho um roteiro baseado nesse quadro de Van Gogh que é bem interessante, aonde esta árvore que aparece em primeiro plano faz parte de um bosque de oliveiras que começam a se contorcer conforme estrelas caem do céu. )
Mas voltando ao que me veio à mente quando escutei as músicas do Poets of the Fall é que, por mais que tentemos, tudo o que escrevemos de forma criativa, e livre, sofre uma influência subconsciente que acaba originando uma marca pessoal.
Estive pensando nos filmes que Eastwood dirigiu.Ele veio, como ator, de uma série de filmes característicamente violentos. E como diretor/produtor seus filmes sempre começam ou principalmente acabam girando em torno de um segredo interno ou externo do personagem principal. E o mais interessante de tudo é que são segredos (de cartas à desejos não confessados) que poderiam ter mudado o futuro da trama.
E fiquei pensando qual a marca dos meus textos...e percebi que meus personagens principais sempre estabelecem um diálogo/questionamento com si mesmos.São dados à reflexões...acho que Freud explica :o)

2 comentários:

Carlos Barbosa de Oliveira disse...

Eu conheci-os há muito pouco tempo e gostei tanto, que decidi partilhá-los com os meus leitores.
Muito interessante a forma como discorreu a partir da música, para escrever este post.

Turmalina disse...

Carlos...acho que estou me livrando do meu bloqueio (torpor) criativo- intelectual :o)