4.10.07

O budismo já sofreu muitas baixas...e até qdo?
Entendendo um pouco a situação:
Mianmar é a antiga Birmânia, um país praticamente budista até então. O governo de lá hoje é comandado por uma junta militar.
Segundo um grupo dissidente no exílio, o US Campaign for Burma, 200 manifestantes já morreram e muitos outros foram presos e agredidos durante as manifestações.
Como começou o conflito:
Tudo começou em 15 de Agosto qdo o governo subiu o preço dos combustíveis, que gerou o consequente aumento do transporte coletivo e de gêneros de primeira necessidade como arroz e óleo de cozinha.
Quem são os manifestantes:
As manifestações são lideradas por ativistas políticos que pedem a democracia no país. Os monges começaram à participar do movimento de forma pacífica em protesto à violência instaurada. Eles deram um prazo, até 17 de setembro, para que o governo pedisse desculpas pelo episódio de violência, ocorrido em 5 de setembro na cidade de Pakokku. O governo não se manifestou e quando o prazo chegou ao fim, os monges começaram a protestar, em número cada vez maior. Eles também se negaram a oferecer seus serviços religiosos a membros da junta militar e seus familiares. No início a questão era só contra a violência do governo, mas depois a Aliança de Todos os Monges Budistas da Birmânia , divulgou uma declaração em que descreve a junta militar que governa o país como "o inimigo do povo". Eles prometeram manter os protestos até que tenham "varrido a ditadura militar da terra da Birmânia". (Fonte: bbc.co.uk)
Infelizmente até hoje o Dalai Lama "luta" pacificamente pela libertação do Tibet, desde a invasão por Mao Tse-Tung em 1959. Os budistas tibetanos, na sua maioria, vivem exilados pelo planeta.
Que isto não aconteça com a Birmânia!

2 comentários:

luma disse...

Triste saber que o mundo não sabe a metade do que acontece em alguns países de cultura fechada. Os ditadores devem ser varridos da face da terra!
Bom fim de semana! Beijus

Nice disse...

Não gosto desses movimentos. Mas para se conhecer a paz é preciso guerra. Infelizmente.