4.5.06

Helloooo
Eu não diria que voltei renovada, mas sim com bastante fôlego!!!
Bem, lendo os e-mails à mim direcionados me pego pensando na questão do aborto, que vem novamente à tona com a presença da ministra Ellen Gracie Northfleet na direção do Supremo Tribunal Federal.
Quem bem me conhece sabe que sou contra o aborto, mas será que é realmente justo uma mãe dar à luz à um bebê morto e sem cérebro? Na medida em que a ciência evolui nossos credos e posicionamentos devem evoluir tb!
André Petry traz na Revista Veja - Edição 1953 de 26 de abril de 2006 um comentário sobre o documentário "Uma História Severina", de autoria de Debora Diniz e Eliane Brum.

"Depois do parto, o documentário mostra o enterro da criança, vestida com a única roupa branca que lhe compraram e com o corpo inerte num ataúde do tamanho de uma caixa de boneca. Era preciso tanto sofrimento?"

Em 22 minutos é contado o drama da Severina, moradora do sertão do Pernambuco, numa busca pelo direito de aborto do feto sem cérebro que carregava no ventre. Aos 4 meses de gestação o Supremo lhe negou o direito ao aborto apesar de todos os exames e perícias revelarem que o feto não sobreviveria fora do ambiente uterino. Aos 7 meses de gravidez, ela dá à luz à uma criança morta, com pouco mais de 1 quilo.É realmente necessário todo este desgaste?
Neste caso específico não estamos ferindo a ética como nos casos de clonagens e outras evoluções científicas, mas sim defendendo o direito da mulher de diminuir seu sofrimento.Eu continuo contra a legalização do Aborto Indiscriminado, mas à favor do direito das mulheres de interromper a gravidez de fetos sem cérebro – cujas chances de sobrevivência fora do útero são iguais a zero.

Um comentário:

Luci do 71 disse...

ops, ouvi a palavra mágica lá no orkut? pizza?

hum.... nesta semana encontrei uma velha amiga e claro fomos pra pizza, porque será que a pizza tem essa magia de unir as pessoas? acho que vou escrever sobre isso lá no 71, aliás, daqui um ano não serei mais a bruxa do 71, ainda está em obra, mas será home sweet home!