19.6.15

Sexta feira...aquele dia em que o trabalho burocrático costuma terminar mais cedo é perfeito para adiantar minhas traquinagens cinematográficas. Estamos acertando os detalhes das gravações para o episódio que trata da mulher no cinema.O foco é o olhar feminino.
Entre uma pesquisa aqui e outra alí dou de cara com Bernardo Bertolucci em "O céu que nos protege".
Fotografia deslumbrante e trilha sonora do meu segundo, ou terceiro, compositor favorito: Ryuichi Sakamoto.
É também um filme com um conteúdo que incomoda, que mexe com a gente. Minha cena favorita é quando Port, à beira da morte, diz que só então, naquele momento, via que toda a razão de sua vida era amar Kit.
Momento de amor e morte numa belíssima representação de Eros e Tânatos.



Não preciso dizer que perdi o foco do que estava fazendo...

3 comentários:

*Clau disse...

Tantas lembranças...

Turmalina disse...

Clau...tem momentos em que dá uma vontade doida de aconchego, de correr prô passado como se tudo continuasse lá, inalterável.Além da razão que nos diz que não devemos voltar naquele lugar distante onde fomos felizes existe também o medo de perder-se e não encontrar mais o caminho de volta.Não que não possamos resgatar o passado, mas que ele venha com uma nova paisagem!
Beijos

*Clau disse...

penso exatamente o mesmo