1.6.07

Das esquisitices e manias que possuímos e nem percebemos...
Outro dia uma amiga lembrou que foi na minha casa (ou melhor, apartamento na época) que ela viu pela primeira e única vez uma coruja doméstica.Tudo começou qdo a tal coruja, ainda filhote, foi encontrada caída e com a asa quebrada no chão de um sítio.Como aqui em casa sempre socorremos todo e qualquer animal, nos trouxeram a coruja.Ela comia frutas, ração e adorava asas de frango cruas, que minha mãe buscava fresquinhas na feira.Depois de crescida ela voltou para o sítio e de lá para a natureza.Ela ficou quase um ano conosco.
Aí hoje escuto a notícia que o Instituto Butantã terá entrada gratuita nos próximos dias. Para maiores informações os interessados devem ligar para (0xx11) 3726-7222. Eu tenho uma história de amor com o Instituto.Meu pai me levou a primeira vez. Ele viajava muito e sempre que encontrava cobras , as trazia vivas, em caixas de madeira, para o Butantã.Depois fui com a escola e por último tive um namorado que foi comigo lá muitas vezes. Hoje penso como eram estranhos estes passeios.Mas eu adorava!!!
Enquanto minhas amigas vibravam ao ganhar uma bolsa ou sapato novo, eu ia ao delírio com uma camiseta do projeto S.O.S Mata Atlântica.E eu ainda me considero normal....rs....
O que me faz pensar no dia de ontem, que eu corri durante o dia todo prá chegar mais cedo em casa, enquanto era dia, só prá poder colocar roupa nos bichos.Eu sei que eles tem proteção natural contra o frio, mas como aqui venta demais, vcs não imaginam como eles ficam felizes com roupas quentinhas.
Acho que tudo isto é reflexo de uma infância rica em diversidade animal.Desde pequena tive contato com cobras, aves, jaguatiricas, coelhos, peixes, tartarugas, gatos, cavalos, cachorros e etc.Sou muito grata à meu pai!
Ah....se bem que minha mãe não fica atrás...ela acabou de ganhar uma filhotinha de Vira/ Mastin.Uma bela Mastin cinza de olhos azuis andou pulando a cerca com uma vagabundo qualquer e nasceram alguns filhotinhos bastardos.Lindos, por sinal! Aí sabe como é, né? Minha mãe sempre teve na sua varanda a segurança de uma cã.Desta vez ela resolveu criar a nova integrante da família dentro de casa.É um mimo só...
E a vida aqui na casa do Grande Caramujo Cor-de-Rosa do Dr. Dolittle vai indo bem, muito bem!!!

2 comentários:

luma disse...

Meu pai também gostava muito de animais. Eles eram bons sujeitos, não eram?
Minha mãe reclamava cada vez que um "aparecia" por lá, mesmo assim ajudava a cuidar. Acho que era fachada pra gente não levar mais pra lá.
Vai participar da blogagem coletiva do dia 05?
Bom fim de semana! Beijus

Claudia * disse...

Sempre gostei de animais e, embora tenha sido criando no asfalto, no clube que eu frequentava, que era bem grande, tiham um senhor, o Dr Gallo que mantinha um monte de bichos soltos no terreno dele. Adorava ir lá brincar com eles, ver as aves e tudo mais.

Meus pais nunca firam muito chegados em bichos dentro de casa e, como sempre moramos em apartamento, não tive nenhum animal de estimação quando pequena. Hoje temos em casa uma linda cachorrinha, que é tratada como a filha caçula, cheia de mimos.

Seu post me trouxe gratas recordações. Obrigada!