Toda pessoa que gosta de cozinhar, do tipo que sente prazer na atividade, tem lá uma receita de batatinha aperitivo.
E muitas vezes, menos é mais, ou melhor, não inventa senão estraga.
Assim sendo, levei minhas batatinhas no churrasco de domingo e elas foram as primeiras a desaparecer da mesa.Quando me perguntam o que faço a resposta é : simplicidade e carinho.
Mas eu compartilho todo esse carinho:
1kg de batatinhas pequenas com casca, cozidas até ficarem macias.
sal e orégano à gosto
azeite de qualidade, o quanto baste
Preparar no dia anterior.
Não, não vai vinagre, cheiro verde, pimenta, alho, alecrim, pimentão, cebola, azeitona, manjericão e etc.
A foto é do blog da Carol, que ao invés de orégano, usa chimichurri.
Deve ficar muito bom!
Foi lá também que encontrei a receita de algo que gosto muito: Maçã do amor
9.9.13
8.9.13
Eu sofro de amor exigente!
Preciso que me alimentem quase que diariamente.
Mais ou menos na base do: está comigo ou contra mim.
Não importa o tipo de relação que eu tenha com o outro desde que role uma certa atenção.
Afinal sou uma pessoa dedicada.
Eu gosto de gostar e ser gostada e não vejo mal nenhum nisso.
Meu amor é exigente mas não sufoca, não escraviza e nem solta as tiras...
Então aproveito este lindo domingo para agradecer a todos que me amam de verdade!
E dizer que adoro quem me dá bom dia, quem me deixa mensagem com ou sem motivo, quem tira algumas horas do dia para tomar café comigo, quem compartilha algo de bom como um livro, uma música ou um filme, quem me faz rir, quem divide seus medos e anseios, quem diz que sente a minha falta, quem fica feliz em me ver , quem elogia a minha comida, quem gosta do meu perfume, quem respeita meu modo de pensar, quem se faz presente quando mais preciso, quem compreende minha necessidade de distanciamento, quem não me odeia e etc.
Preciso que me alimentem quase que diariamente.
Mais ou menos na base do: está comigo ou contra mim.
Não importa o tipo de relação que eu tenha com o outro desde que role uma certa atenção.
Afinal sou uma pessoa dedicada.
Eu gosto de gostar e ser gostada e não vejo mal nenhum nisso.
Meu amor é exigente mas não sufoca, não escraviza e nem solta as tiras...
Então aproveito este lindo domingo para agradecer a todos que me amam de verdade!
E dizer que adoro quem me dá bom dia, quem me deixa mensagem com ou sem motivo, quem tira algumas horas do dia para tomar café comigo, quem compartilha algo de bom como um livro, uma música ou um filme, quem me faz rir, quem divide seus medos e anseios, quem diz que sente a minha falta, quem fica feliz em me ver , quem elogia a minha comida, quem gosta do meu perfume, quem respeita meu modo de pensar, quem se faz presente quando mais preciso, quem compreende minha necessidade de distanciamento, quem não me odeia e etc.
7.9.13
Sou tudo isto e mais um pouco!
E falando sobre o que lembramos e aquilo de que nos esquecemos, costumo responder a todos os comentários que me deixam aqui.
Pois só hoje, alguns anos depois, é que encontrei este aqui:
*Claudinha disse... Oi menina bonita! Estive colocando em dia minha leitura do seu blog. Deixei um comentário aqui, outro ali, mas o bom mesmo é sentir o coração aquecido com essa proximidade virtual que o mundo da internet nos proporciona. Como eu comentei num post de meados do mês passado, minha vida não tem sido tranquila, mas tem sido boa, adoro trabalhar e ver as coisas começando a brotar, mas até os frutos virem, ainda terei que trabalhar um bocado. Assim, vou aproveitando para desejar a você e aos seus um natal bem feliz e um 2009 com bastante saúde e com muitas realizações. Beijos carinhosos *Claudinha 21/12/08 10:13 PM
Obrigada minha amiga querida, aonde quer que vc esteja!!!
6.9.13
Dos amores impossíveis, porque nem sempre somos o que o outro precisa.
Algumas vezes é preciso mais que amor para uma convivência feliz.
Um sorriso largo, um riso solto, um abraço apertado, um arrepio na pele, um gosto doce na boca, transpirar pelos poros do outro, não, isso não é suficiente.
A receita é outra...mas essa fica prá depois!
Algumas vezes é preciso mais que amor para uma convivência feliz.
Um sorriso largo, um riso solto, um abraço apertado, um arrepio na pele, um gosto doce na boca, transpirar pelos poros do outro, não, isso não é suficiente.
A receita é outra...mas essa fica prá depois!
1.9.13
30.8.13
Com uma irritação de desidratar até melancia e os cabelos ainda úmidos, presos num coque desde o banho da manhã, resolvi deixar o escritório mais cedo.Mal saí da garagem tocou o celular e eu calmamente respondi que só resolveria a questão que me trouxeram na segunda feira.Isso eu chamo de direito conquistado.Soltei os cabelos e o percurso do escritório até minha casa foi suficiente para secá-los.Estou pronta para o compromisso desta noite.
Entrei pela sala e fui direto para a cozinha pensando no que eu poderia levar.Somando o que eu tinha no armário com o que eu tinha na geladeira deu um bolo de frutas com essência de cassis.
E que não me peçam a receita, porque funciona mais ou menos assim: bati três claras em neve e reservei. Depois misturei bem umas 4 colheres de sopa bem cheias de margarina sem sal, três gemas, dois copos de açucar demerara e em seguida um copo de aveia em flocos.Acrescentei aos poucos um copo de leite, uma xícara de café de calda de cassis para sorvete e farinha de trigo até dar o ponto ideal, uns três copos. Desliguei a batedeira, acrescentei duas colheres de sobremesa de fermento em pó, as claras e neve e duas xícaras de nozes e frutas secas picadas.Usei damasco, uva passa branca e preta, mamão, nozes e castanha do pará.
O bolo ficou mais ou menos como o da foto só que um pouco mais alto e mais fofo:
(Fonte da imagem: http://www.pilotandoumfogao.com.br)
Entrei pela sala e fui direto para a cozinha pensando no que eu poderia levar.Somando o que eu tinha no armário com o que eu tinha na geladeira deu um bolo de frutas com essência de cassis.
E que não me peçam a receita, porque funciona mais ou menos assim: bati três claras em neve e reservei. Depois misturei bem umas 4 colheres de sopa bem cheias de margarina sem sal, três gemas, dois copos de açucar demerara e em seguida um copo de aveia em flocos.Acrescentei aos poucos um copo de leite, uma xícara de café de calda de cassis para sorvete e farinha de trigo até dar o ponto ideal, uns três copos. Desliguei a batedeira, acrescentei duas colheres de sobremesa de fermento em pó, as claras e neve e duas xícaras de nozes e frutas secas picadas.Usei damasco, uva passa branca e preta, mamão, nozes e castanha do pará.
O bolo ficou mais ou menos como o da foto só que um pouco mais alto e mais fofo:
(Fonte da imagem: http://www.pilotandoumfogao.com.br)
29.8.13
No próximo dia 06 completarão exatos sete anos que entraram aqui em casa.
Depois disso já fomos assaltados outras vezes, só que na rua.Mas eu precisei de quase sete anos para voltar a querer arrumar minha casa como ela merece.Foi quase o mesmo tempo para eu querer comprar um anel, ainda que bijuteria, mas um anel (ainda não o comprei).
Pela primeira vez penso, com prazer, em renovar meu guarda roupa.No dia seguinte ao assalto a minha vontade era de sair nua à rua, assim não teriam mais o que levar.Bolsas eu ainda não tenho vontade de comprar.Assim como qualquer coisa à qual possa ser atribuído um certo valor.
Algumas marcas ficam, como o cheiro da mão do homem que me rendeu, tampando a minha boca para que eu não gritasse.A cama do quarto tive que mudar de lado, agora fica mais longe da porta.Durante todo o tempo, com os olhos voltados para baixo, eu só avistava a soleira da porta e uns pés passando de lá prá cá no corredor.Cada vez que eu via passar os pés do meu filho eu sentia um frio na espinha.
Foram minutos, na verdade horas, intermináveis.
Mesmo mostrando sinais de superação do trauma, eu gostaria que setembro passasse logo!
Comprei uns livros, peguei uns emprestados, separei alguns filmes e assim tento não lembrar daquilo que não me faz bem.
Ah, sim, lembrei, de beijo eu gosto também, principalmente dependendo do contexto, como no video
abaixo:
Depois disso já fomos assaltados outras vezes, só que na rua.Mas eu precisei de quase sete anos para voltar a querer arrumar minha casa como ela merece.Foi quase o mesmo tempo para eu querer comprar um anel, ainda que bijuteria, mas um anel (ainda não o comprei).
Pela primeira vez penso, com prazer, em renovar meu guarda roupa.No dia seguinte ao assalto a minha vontade era de sair nua à rua, assim não teriam mais o que levar.Bolsas eu ainda não tenho vontade de comprar.Assim como qualquer coisa à qual possa ser atribuído um certo valor.
Algumas marcas ficam, como o cheiro da mão do homem que me rendeu, tampando a minha boca para que eu não gritasse.A cama do quarto tive que mudar de lado, agora fica mais longe da porta.Durante todo o tempo, com os olhos voltados para baixo, eu só avistava a soleira da porta e uns pés passando de lá prá cá no corredor.Cada vez que eu via passar os pés do meu filho eu sentia um frio na espinha.
Foram minutos, na verdade horas, intermináveis.
Mesmo mostrando sinais de superação do trauma, eu gostaria que setembro passasse logo!
Comprei uns livros, peguei uns emprestados, separei alguns filmes e assim tento não lembrar daquilo que não me faz bem.
Ah, sim, lembrei, de beijo eu gosto também, principalmente dependendo do contexto, como no video
abaixo:
26.8.13
Hoje reclamei do tempo seco e quente, abafado, desagradável.O que me faz desejar ainda mais minhas merecidas férias, outra vez. E faltam ainda, aproximadamente, uns 200 dias.
Abro minha mailbox e encontro o vídeo de uma nova música do Oswaldo Montenegro falando, mais ou menos, sobre um tempo seco.Não tem jeito, gosto mesmo de tudo o que ele toca e canta:
Pois é...aí não teve jeito e tive que escutar outras músicas, né?
Abro minha mailbox e encontro o vídeo de uma nova música do Oswaldo Montenegro falando, mais ou menos, sobre um tempo seco.Não tem jeito, gosto mesmo de tudo o que ele toca e canta:
Pois é...aí não teve jeito e tive que escutar outras músicas, né?
24.8.13
Nos anos 80 havia por aqui um restaurante administrado por devotos do movimento Hare Krishna.
Pelo menos uma vez por semana eu almoçava lá e hoje só o que eu queria era um pouco do delicado e refrescante rasmalai.
A Mel ensina como fazer no Angu & Pirão.
Na verdade, agora, às 22:30h, eu gostaria que este potinho de rasmalai se materializasse bem aqui na minha frente.
Simples assim!
Pelo menos uma vez por semana eu almoçava lá e hoje só o que eu queria era um pouco do delicado e refrescante rasmalai.
A Mel ensina como fazer no Angu & Pirão.
Na verdade, agora, às 22:30h, eu gostaria que este potinho de rasmalai se materializasse bem aqui na minha frente.
Simples assim!
21.8.13
Permitir-se é tão urgente e preciso que nem dá prá pensar duas vezes!
As pessoas se permitem tantas coisas e eu me permito gostar.De músicas, de filmes, de livros, de frases feitas, de lugares, de cheiros, sabores e principalmente de gente, mais ainda de gente que me faz sorrir!
Também de gente que me faz sentir amada, gente que me abraça, gente que ri comigo e até mesmo de mim.Afinal sou uma graça de pessoa, interessante, divertida e nada modesta.
Ah...agora descobri que tenho uma voz doce também! No sábado, no meio de uma reunião sobre o projeto de um longa metragem, eu pensando que a pessoa iria dizer algo à respeito do assunto em questão , ela me solta um grande despropósito em alto e bom som:
- Você tem noção de como a sua voz é doce ao telefone? Alguém já lhe disse isso? Alguém já lhe disse o prazer que é falar com você ao telefone, a paz e o aconchego que você transmite?
Olhei para os lados, para os olhares surpresos do meus colegas e um tanto desconcertada respondi:
- Não! E rapidamente voltei a enumerar o que eu considerava imprescindível para a elaboração do roteiro do longa.
Ultimamente tenho me permitido abusar do meu charme e simpatia, mas não é para tanto, né? Bem, esta segurança toda eu adquiri foi com a idade, na verdade, de uns poucos anos prá cá.Ou então com a forma como tenho lidado com a vida.Talvez eu esteja esteja recebendo o que ando dando.
Ainda sobre do tema : Permitir-se! assisti ontem, acho que pela sexta ou sétima vez, um filme que gosto muito:
Leve e divertido!
As pessoas se permitem tantas coisas e eu me permito gostar.De músicas, de filmes, de livros, de frases feitas, de lugares, de cheiros, sabores e principalmente de gente, mais ainda de gente que me faz sorrir!
Também de gente que me faz sentir amada, gente que me abraça, gente que ri comigo e até mesmo de mim.Afinal sou uma graça de pessoa, interessante, divertida e nada modesta.
Ah...agora descobri que tenho uma voz doce também! No sábado, no meio de uma reunião sobre o projeto de um longa metragem, eu pensando que a pessoa iria dizer algo à respeito do assunto em questão , ela me solta um grande despropósito em alto e bom som:
- Você tem noção de como a sua voz é doce ao telefone? Alguém já lhe disse isso? Alguém já lhe disse o prazer que é falar com você ao telefone, a paz e o aconchego que você transmite?
Olhei para os lados, para os olhares surpresos do meus colegas e um tanto desconcertada respondi:
- Não! E rapidamente voltei a enumerar o que eu considerava imprescindível para a elaboração do roteiro do longa.
Ultimamente tenho me permitido abusar do meu charme e simpatia, mas não é para tanto, né? Bem, esta segurança toda eu adquiri foi com a idade, na verdade, de uns poucos anos prá cá.Ou então com a forma como tenho lidado com a vida.Talvez eu esteja esteja recebendo o que ando dando.
Ainda sobre do tema : Permitir-se! assisti ontem, acho que pela sexta ou sétima vez, um filme que gosto muito:
Leve e divertido!
17.8.13
Neste domingo iremos relembrar os antepassados maternos.
Desde que meu pai pegou pneumonia, e ficou internado, estamos nos reunindo aos domingos aqui em casa.Uma excelente oportunidade para revermos antigas receitas de família.
Já temos no cardápio de amanhã: salada de beterraba, salada de pepino e tomate e kachapuri.
Fora o bolo de mel da minha mãe, que leva nozes, chá preto e cacau.Batido na mão, uma vez que não havia batedeira antigamente.
Aliás, a maioria das receitas que estamos experimentando usa muito as mãos.Para misturar, picar, bater, sovar e etc.
Manusear o alimento assim tão intimamente pode ser considerada também uma demonstração de amor e carinho.
Desde que meu pai pegou pneumonia, e ficou internado, estamos nos reunindo aos domingos aqui em casa.Uma excelente oportunidade para revermos antigas receitas de família.
Já temos no cardápio de amanhã: salada de beterraba, salada de pepino e tomate e kachapuri.
Fora o bolo de mel da minha mãe, que leva nozes, chá preto e cacau.Batido na mão, uma vez que não havia batedeira antigamente.
Aliás, a maioria das receitas que estamos experimentando usa muito as mãos.Para misturar, picar, bater, sovar e etc.
Manusear o alimento assim tão intimamente pode ser considerada também uma demonstração de amor e carinho.
4.8.13
Como tive somente uma avó e ela não era muito presente, não que não quisesse, mas porque morava longe e naquela época a tecnologia não era tão avançada como nos dias de hoje, toda a minha cultura caseira veio da minha mãe.Os ditados populares aprendemos com uma moça que trabalhou em casa, a Zefa.Um que ela gostava muito era: O que os olhos não vêem, o coração não sente.
E eu, claro, não concordava.
Levei anos para compreender o que significava.Para ser bem honesta só hoje começo a concordar que é melhor não ver para não sentir.Antes eu achava que este distanciamento forçado era fuga, covardia, mas não, é simplesmente instinto de sobrevivência.
Complementando o que a Zefa dizia, minha mãe tentava me explicar que existe um distanciamento necessário.É o que nos garante sermos nós mesmos.Como adolescente eu queria ser muito mais que somente eu mesma.Apaixonada, eu queria fundir minha alma a outra, ou mesmo a um grande ideal.
Aprendendo aqui e alí, amadureci e atualmente quero viver, sentir, amar e até mesmo detestar somente o que está ao alcance das minhas mãos.Aquilo que posso ver, escutar, apalpar, cheirar e provar, respeitando sempre a minha individualidade!
The Five Senses - Hans Makart
E eu, claro, não concordava.
Levei anos para compreender o que significava.Para ser bem honesta só hoje começo a concordar que é melhor não ver para não sentir.Antes eu achava que este distanciamento forçado era fuga, covardia, mas não, é simplesmente instinto de sobrevivência.
Complementando o que a Zefa dizia, minha mãe tentava me explicar que existe um distanciamento necessário.É o que nos garante sermos nós mesmos.Como adolescente eu queria ser muito mais que somente eu mesma.Apaixonada, eu queria fundir minha alma a outra, ou mesmo a um grande ideal.
Aprendendo aqui e alí, amadureci e atualmente quero viver, sentir, amar e até mesmo detestar somente o que está ao alcance das minhas mãos.Aquilo que posso ver, escutar, apalpar, cheirar e provar, respeitando sempre a minha individualidade!
3.8.13
Ando cuidando dos que estão mais próximos.Os mais distantes que me perdoem.Volto a socorrer-lhes assim que for possível.
No final de um dia cheio, depois de um banho reconfortante, não há nada como escutar músicas no silêncio do fone de ouvido, na penumbra e com os olhos levemente fechados.
Outro dia, numa propaganda de uma instituição financeira escutei uma música que me soava familiar.
Aqui está ela:
No final de um dia cheio, depois de um banho reconfortante, não há nada como escutar músicas no silêncio do fone de ouvido, na penumbra e com os olhos levemente fechados.
Outro dia, numa propaganda de uma instituição financeira escutei uma música que me soava familiar.
Aqui está ela:
31.7.13
Andei ausente.
Além da correria de costume dei mal jeito no músculo extensor do dedo indicador da mão direita. Resumindo, doía um bocado para digitar.E também para cozinhar.
Mesmo assim consegui reunir em casa no final de semana um bom grupo de colegas jornalistas que se formaram comigo em 1990.
Acordei no dia seguinte, quase ao meio dia, com o maxilar dolorido de tanto falar e principalmente rir.
A mão direita, então, eu mal mexia.
Ficamos no papo, nos queijos e nos vinhos até as 4 da madrugada.
No meio da tarde a pessoa que traria a sobremesa avisou que teve um imprevisto e não viria mais.
Pensei rápido e fiz uma receita super fácil e que agradou a gregos e troianos:
Mousse de BIS - com apenas 3 ingredientes
-1 lata de leite condensado
-1 lata de creme de leite sem soro
- 2 caixas de Bis
Coloque a lata de leite condensado na panela de pressão.
Cubra com água, tampe e leve ao fogo.
Cozinhe durante 30 minutos após o início da pressão.
Deixe sair toda pressão, retire da panela e deixe esfriar "totalmente" a lata antes de abri-la.
Em uma tigela bata o doce de leite com o creme de leite. Em seguida adicione Bis picado.
Coloque em uma vasilha de vidro transparente.
Leve a geladeira até endurecer.
Experimente polvilhar com Bis picado antes de servir.
(eu não polvilhei, na verdade esqueci e mesmo assim ficou ótimo)
Só hoje minha mão voltou ao normal e cá estou compartilhando esta receita divina.
E para acompanhar uma música bem gostosa para os ouvidos:
Além da correria de costume dei mal jeito no músculo extensor do dedo indicador da mão direita. Resumindo, doía um bocado para digitar.E também para cozinhar.
Mesmo assim consegui reunir em casa no final de semana um bom grupo de colegas jornalistas que se formaram comigo em 1990.
Acordei no dia seguinte, quase ao meio dia, com o maxilar dolorido de tanto falar e principalmente rir.
A mão direita, então, eu mal mexia.
Ficamos no papo, nos queijos e nos vinhos até as 4 da madrugada.
No meio da tarde a pessoa que traria a sobremesa avisou que teve um imprevisto e não viria mais.
Pensei rápido e fiz uma receita super fácil e que agradou a gregos e troianos:
Mousse de BIS - com apenas 3 ingredientes
-1 lata de leite condensado
-1 lata de creme de leite sem soro
- 2 caixas de Bis
Coloque a lata de leite condensado na panela de pressão.
Cubra com água, tampe e leve ao fogo.
Cozinhe durante 30 minutos após o início da pressão.
Deixe sair toda pressão, retire da panela e deixe esfriar "totalmente" a lata antes de abri-la.
Em uma tigela bata o doce de leite com o creme de leite. Em seguida adicione Bis picado.
Coloque em uma vasilha de vidro transparente.
Leve a geladeira até endurecer.
Experimente polvilhar com Bis picado antes de servir.
(eu não polvilhei, na verdade esqueci e mesmo assim ficou ótimo)
Só hoje minha mão voltou ao normal e cá estou compartilhando esta receita divina.
E para acompanhar uma música bem gostosa para os ouvidos:
14.7.13
Li uma história de amor muito bonita lá no Carlos.
De amor, sexo, desejo e amor.Porque incompleta é a pessoa que só experimentou um amor na vida.É natural que amemos muitas pessoas e das mais variadas formas possíveis.Mesmo que os romances acabem o que foi vivenciado continua, vai nos acompanhando pela vida, meio desperto, meio sonolento, mas está lá e vem à tona quando escutamos uma música, sentimos um cheiro, revemos uma paisagem e etc.
Não, não tenho uma música específica que me lembre alguém.Na verdade existem algumas músicas que me despertam e só.
E quando escutei esta música hoje pensei no Carlos e sua história com a Leyla.
De amor, sexo, desejo e amor.Porque incompleta é a pessoa que só experimentou um amor na vida.É natural que amemos muitas pessoas e das mais variadas formas possíveis.Mesmo que os romances acabem o que foi vivenciado continua, vai nos acompanhando pela vida, meio desperto, meio sonolento, mas está lá e vem à tona quando escutamos uma música, sentimos um cheiro, revemos uma paisagem e etc.
Não, não tenho uma música específica que me lembre alguém.Na verdade existem algumas músicas que me despertam e só.
E quando escutei esta música hoje pensei no Carlos e sua história com a Leyla.
13.7.13
Finalmente estou podendo dormir tranquila.Internar seu pai, de quase 80 anos de idade, no dia do seu aniversário, por conta de uma pneumonia repentina, não é bem o que eu considero parte das comemorações.
Na tarde seguinte o cara metade foi parar no pronto socorro com uma forte cefaléia, que posteriormente descobrimos ser consequência de uma crise de sinusite.
Na sexta feira o filho chegou trazendo medalha de bronze dos Jogos Regionais, mas também veio esbagaçado depois de oito dias de alojamento e jogo pesado.
Com a internação do meu pai minha mãe descompensou.Isso sem contar que no meio do feriado um dos cachorros mordeu a gata e tive de procurar um veterinário aberto para aplicar os primeiros socorros.Ela passa bem, aliás, hoje meu pai teve alta e todos passam bem e estão devidamente medicados com antibióticos até o pescoço.Da gata ao cara metade.
Até que eu tive vontade de fazer um bolo de côco molhadinho, que eu adoro, mas quem disse que tive coragem.Estou anotando aqui para fazer no próximo final de semana:
Ingredientes:
4 Ovos
2 xícaras de chá de Açúcar
2 xícaras de chá de Farinha de trigo
1 colher de sopa rasa de fermento em pó
1 xícara de chá de Leite fervente
Calda - 1 Lata de Leite condensado; 1 lata (a mesma medida da lata de leite condensado) de Leite de vaca; 1 lata (a mesma medida da lata de leite condensado) de Leite de côco;
Cobertura 150 g de Côco ralado.
Preparação: Bater as claras em castelo. Juntar as gemas uma a uma e bater na velocidade mínima. Juntar o açúcar e bater até formar pequenas bolhas. Adicionar a farinha de trigo, o fermento e o leite intercalado com a farinha. Colocar num tabuleiro grande, untado e polvilhado. Levar ao forno pré-aquecido a 180º cerca de 35 minutos.
Calda: Misturar todos os ingredientes muito bem. Assim que o bolo sair do forno, cortar em quadrados e regar com a calda.
Cobertura: Polvilhar o coco ralado sobre o bolo com a calda.
Gelar de um dia para o outro.
E agora tenho que começar o texto de um longa metragem e assistir um documentário esteticamente bem inspirador.Aliás a construção dele é muito interessante, do jeito que eu gosto, com narrador como figura principal contando a história com flashbacks muito bem interpretados, projeções e fotografias.
E o que as pessoas do próprio meio não compreendem é que leva tempo para construir um documentário, muito mais do que uma ficção.O mundo real esbarra nos sentimentos de um jeito que deixa marcas.É algo que poderia acontecer com qualquer um de nós.Aliás eu acho que este é o objetivo de um documentário, levar para a tela uma história pessoal de uma forma com que outros possam se identificar.
Enquanto não começo a escrever aproveito para limpar as gavetas aqui de casa.E é claro que me perco em cada carta, cada fotografia, cada papelzinho...
Na tarde seguinte o cara metade foi parar no pronto socorro com uma forte cefaléia, que posteriormente descobrimos ser consequência de uma crise de sinusite.
Na sexta feira o filho chegou trazendo medalha de bronze dos Jogos Regionais, mas também veio esbagaçado depois de oito dias de alojamento e jogo pesado.
Com a internação do meu pai minha mãe descompensou.Isso sem contar que no meio do feriado um dos cachorros mordeu a gata e tive de procurar um veterinário aberto para aplicar os primeiros socorros.Ela passa bem, aliás, hoje meu pai teve alta e todos passam bem e estão devidamente medicados com antibióticos até o pescoço.Da gata ao cara metade.
Até que eu tive vontade de fazer um bolo de côco molhadinho, que eu adoro, mas quem disse que tive coragem.Estou anotando aqui para fazer no próximo final de semana:
Ingredientes:
4 Ovos
2 xícaras de chá de Açúcar
2 xícaras de chá de Farinha de trigo
1 colher de sopa rasa de fermento em pó
1 xícara de chá de Leite fervente
Calda - 1 Lata de Leite condensado; 1 lata (a mesma medida da lata de leite condensado) de Leite de vaca; 1 lata (a mesma medida da lata de leite condensado) de Leite de côco;
Cobertura 150 g de Côco ralado.
Preparação: Bater as claras em castelo. Juntar as gemas uma a uma e bater na velocidade mínima. Juntar o açúcar e bater até formar pequenas bolhas. Adicionar a farinha de trigo, o fermento e o leite intercalado com a farinha. Colocar num tabuleiro grande, untado e polvilhado. Levar ao forno pré-aquecido a 180º cerca de 35 minutos.
Calda: Misturar todos os ingredientes muito bem. Assim que o bolo sair do forno, cortar em quadrados e regar com a calda.
Cobertura: Polvilhar o coco ralado sobre o bolo com a calda.
Gelar de um dia para o outro.
E agora tenho que começar o texto de um longa metragem e assistir um documentário esteticamente bem inspirador.Aliás a construção dele é muito interessante, do jeito que eu gosto, com narrador como figura principal contando a história com flashbacks muito bem interpretados, projeções e fotografias.
E o que as pessoas do próprio meio não compreendem é que leva tempo para construir um documentário, muito mais do que uma ficção.O mundo real esbarra nos sentimentos de um jeito que deixa marcas.É algo que poderia acontecer com qualquer um de nós.Aliás eu acho que este é o objetivo de um documentário, levar para a tela uma história pessoal de uma forma com que outros possam se identificar.
Enquanto não começo a escrever aproveito para limpar as gavetas aqui de casa.E é claro que me perco em cada carta, cada fotografia, cada papelzinho...
7.7.13
Torre de marfim
Quando você tem aquela coisa de ser compreensiva no sentido de sempre tentar entender o próximo e suas motivações, automaticamente você se torna um tipo inabalável, quase uma torre de marfim.Uns caem à direita e outros à esquerda, mas quem se mantém sempre firme para catar os cacos alheios? Você, no caso, eu.
E é seu também aquele abraço farto e reconfortante que todo mundo adora! Aquela palavra apropriada para uma hora de dor ou de raiva.Você parece até saber o que o outro está sentindo.É realmente impressionante.Você nunca foi visto(a) falando nada desagradável, nem mesmo um único palavrão e muito menos mandou alguém à merda, ou no pior dos casos, se foder.Não que não tenha faltado vontade.
Mas você é normal, um ser humano de carne e osso, muito mais carne do que osso, além de todos aqueles neuroreceptores.Sim e você tem um coração.Que em alguns dias muito especiais parece sentir todas as dores do mundo.
E alguém, por acaso se preocupa em perguntar se você deseja sair um pouco da torre e viver a vida de um jeito diferente? Claro que não.Tem dias em que gostaria que me vissem com outros olhos.Talvez eu quisesse somente um pouco mais de sensibilidade, que em mim abunda.
Mas também isto passa logo, é só dormir que na manhã seguinte já acordo cantando alegremente outra vez!
1, 2, 3...
E é seu também aquele abraço farto e reconfortante que todo mundo adora! Aquela palavra apropriada para uma hora de dor ou de raiva.Você parece até saber o que o outro está sentindo.É realmente impressionante.Você nunca foi visto(a) falando nada desagradável, nem mesmo um único palavrão e muito menos mandou alguém à merda, ou no pior dos casos, se foder.Não que não tenha faltado vontade.
Mas você é normal, um ser humano de carne e osso, muito mais carne do que osso, além de todos aqueles neuroreceptores.Sim e você tem um coração.Que em alguns dias muito especiais parece sentir todas as dores do mundo.
E alguém, por acaso se preocupa em perguntar se você deseja sair um pouco da torre e viver a vida de um jeito diferente? Claro que não.Tem dias em que gostaria que me vissem com outros olhos.Talvez eu quisesse somente um pouco mais de sensibilidade, que em mim abunda.
Mas também isto passa logo, é só dormir que na manhã seguinte já acordo cantando alegremente outra vez!
1, 2, 3...
Feito purpurina
Quando pequena meus olhos brilhavam quando a professora de artes dizia que íamos precisar, para a próxima aula, de tinta plástica colorida ou, melhor ainda, purpurina.Bem, não penso em virar tinta plástica depois de morta, mas purpurina é uma idéia que bem que me agrada!
Adorava ir ao armarinho escolher meu material.Armarinho eram lojas que vendiam aviamentos e material para artesanato.Lilás, pink, roxo, verde, vermelho, azul, prata, ouro, era um infinidade de cores.Nas versões fina ou grossa.
Eu optava por variações de tons da mesma cor em diversas texturas. Aprendi a gostar dos tons de rosa, como o pink, de forma genuína, sem influência de bonecas americanas, que naquela época nem eram vendidas por aqui.Agora virou febre e as meninas crescem copiando-a.E é tanto cor de rosa que até nos enjoa o olhar.
Gosto do brilho da purpurina, da vida que ela adquire diante da luz e assim quero ser pela eternidade.
E ela foi, inclusive, tema de música:
Adorava ir ao armarinho escolher meu material.Armarinho eram lojas que vendiam aviamentos e material para artesanato.Lilás, pink, roxo, verde, vermelho, azul, prata, ouro, era um infinidade de cores.Nas versões fina ou grossa.
Eu optava por variações de tons da mesma cor em diversas texturas. Aprendi a gostar dos tons de rosa, como o pink, de forma genuína, sem influência de bonecas americanas, que naquela época nem eram vendidas por aqui.Agora virou febre e as meninas crescem copiando-a.E é tanto cor de rosa que até nos enjoa o olhar.
Gosto do brilho da purpurina, da vida que ela adquire diante da luz e assim quero ser pela eternidade.
E ela foi, inclusive, tema de música:
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