Volto aqui hoje porque preciso. Vou contar que há mais de 20 anos eu não escutava esta música. É a poesia e todo o amor e os sonhos que nela incidem.
26.8.12
Honestamente nunca pude ser rotulada como uma pessoa comum. Quando adolescente eu adorava visitar o Instituto Butantan. Conhecia de cor o procedimento de extração de venenos.Acho que partiu daí o impulso para prestar Biologia.Curso que nunca terminei porque não consegui me ver trancada em um laboratório.
Muito bem, esta é definitivamente uma das músicas mais românticas que conheço.
Tão romântica que infelizmente não dá para trazermos para a realidade.
Uma vida cor de rosa, sonhada, não faz bem à saúde.
E falando de amor lembrei-me de uma resposta que dei outro dia sobre a morte:
"Talvez por experiências pessoais vejo o momento do nascimento e o da morte muito próximos, mais ou menos como o silêncio que antecede a tempestade.Se estamos aqui, conscientes, antes ou depois, ninguém sabe afirmar com certeza.Daí que o que me importa é o tempo compreendido entre os dois extremos.Posso até buscar respostas no antes e no depois, mas nunca viver em função delas."
A verdade é que as respostas nunca são muito claras. As promessas de vida e amor eternos são muitas, mas depois de partirmos nada mais importa. Quando mais novos sonhamos mais porque temos tempo de sobra.Não diria que não sonho mais, só que agora sonho diferente!
Tão romântica que infelizmente não dá para trazermos para a realidade.
Uma vida cor de rosa, sonhada, não faz bem à saúde.
E falando de amor lembrei-me de uma resposta que dei outro dia sobre a morte:
"Talvez por experiências pessoais vejo o momento do nascimento e o da morte muito próximos, mais ou menos como o silêncio que antecede a tempestade.Se estamos aqui, conscientes, antes ou depois, ninguém sabe afirmar com certeza.Daí que o que me importa é o tempo compreendido entre os dois extremos.Posso até buscar respostas no antes e no depois, mas nunca viver em função delas."
A verdade é que as respostas nunca são muito claras. As promessas de vida e amor eternos são muitas, mas depois de partirmos nada mais importa. Quando mais novos sonhamos mais porque temos tempo de sobra.Não diria que não sonho mais, só que agora sonho diferente!
24.8.12
Enquanto aguardo uns minutinhos para o início do segundo round do meu dia preciso dividir com vocês uma receita, quase um truque, que aprendi esta semana.É ridículo de tão fácil e fica uma delícia.
Como estamos numa fase sem frituras aqui em casa, aliás esta fase anda durando...outro dia optei por fazer uma polenta mole.Das outras vezes que tentei foi um tal de pular polenta prá todo lado e ainda me queimava o fundo da panela se eu descuidasse um pouquinho.
Aqui está o segredo: a panela de pressão.
Segui a receita que peguei na Net e deu certinho!
Coloquei na panela :
1 copo de fubá
3 copos de água
1 colher (sopa) de manteiga , margarina ou azeite
1 tablete de caldo concentrado de carne, frango ou legumes
1 pitada de sal (opcional)
Mexi tudo e quando começou a ferver, fechei a panela e deixei cozinhar, em fogo baixo, por 20 minutos.
Depois de deixar sair todo o ar da panela, coloquei a polenta numa travessa funda, polvilhei com um pouco de parmesão ralado e estava pronta para acompanhar qualquer prato com molho. Fácil, não?
Como estamos numa fase sem frituras aqui em casa, aliás esta fase anda durando...outro dia optei por fazer uma polenta mole.Das outras vezes que tentei foi um tal de pular polenta prá todo lado e ainda me queimava o fundo da panela se eu descuidasse um pouquinho.
Aqui está o segredo: a panela de pressão.
Segui a receita que peguei na Net e deu certinho!
Coloquei na panela :
1 copo de fubá
3 copos de água
1 colher (sopa) de manteiga , margarina ou azeite
1 tablete de caldo concentrado de carne, frango ou legumes
1 pitada de sal (opcional)
Mexi tudo e quando começou a ferver, fechei a panela e deixei cozinhar, em fogo baixo, por 20 minutos.
Depois de deixar sair todo o ar da panela, coloquei a polenta numa travessa funda, polvilhei com um pouco de parmesão ralado e estava pronta para acompanhar qualquer prato com molho. Fácil, não?
19.8.12
Praças de verão.......e de todos os tempos!
O Carlos lançou o desafio para escrevermos algumas linhas sobre uma praça que significasse algo para nós.Me perdi entre tantas opções e acabei descobrindo que adoro praças.Como não consegui escolher uma única e nem tampouco escrever algumas poucas linhas, resolvi trazer o tema prá cá.
Quando eu morava na capital as praças eram um pouco distantes de casa, a mais próxima ficava à uns 10 quarteirões, na época era chamada de Praça Buenos Aires, hoje chamam de Parque. Era o que existia de mais próximo de natureza que eu tinha.Adolescente, eu gostava de passear por lá e sentar-me embaixo de suas árvores.Era meio que um oásis.
Fui crescendo e passei a reparar mais nas praças, principalmente no interior e em pequenas cidades praianas. Gostava de me sentar em seus bancos e ficar observando as pessoas passarem.Assim conhece-se um pouco dos costumes locais.
De tantas praças há uma que está mais fresca em minha memória, é outra praça que na verdade é como um parque e é conhecida pelo nome de Jardim Botto Machado. Lá passei horas mais que agradáveis.Fazia calor e tomei , em companhia de uma amiga de infância e nossos filhos, o melhor chá gelado do planeta.Ficamos até a noite chegar, tanto que me assustei quando olhei as horas.
Uma outra praça, por onde passei somente de carro, me serviu de referência para todo o período que passei em Lisboa.Para não me perder, sempre que eu tinha de voltar dirigindo para o hotel, voltava primeiro para a Praça Marquês de Pombal.Com certeza haveria caminhos mais curtos e até mais fáceis, mas eu preferia seguir sempre a mesma referência.E deu certo!
Bem, não foram poucas linhas e se eu continuar, este post não vai ter fim. Por enquanto é só! Aproveitem o restante do domingo e quem sabe possam passar o final de tarde numa praça próxima de vocês.
Quando eu morava na capital as praças eram um pouco distantes de casa, a mais próxima ficava à uns 10 quarteirões, na época era chamada de Praça Buenos Aires, hoje chamam de Parque. Era o que existia de mais próximo de natureza que eu tinha.Adolescente, eu gostava de passear por lá e sentar-me embaixo de suas árvores.Era meio que um oásis.
Fui crescendo e passei a reparar mais nas praças, principalmente no interior e em pequenas cidades praianas. Gostava de me sentar em seus bancos e ficar observando as pessoas passarem.Assim conhece-se um pouco dos costumes locais.
De tantas praças há uma que está mais fresca em minha memória, é outra praça que na verdade é como um parque e é conhecida pelo nome de Jardim Botto Machado. Lá passei horas mais que agradáveis.Fazia calor e tomei , em companhia de uma amiga de infância e nossos filhos, o melhor chá gelado do planeta.Ficamos até a noite chegar, tanto que me assustei quando olhei as horas.
Uma outra praça, por onde passei somente de carro, me serviu de referência para todo o período que passei em Lisboa.Para não me perder, sempre que eu tinha de voltar dirigindo para o hotel, voltava primeiro para a Praça Marquês de Pombal.Com certeza haveria caminhos mais curtos e até mais fáceis, mas eu preferia seguir sempre a mesma referência.E deu certo!
Bem, não foram poucas linhas e se eu continuar, este post não vai ter fim. Por enquanto é só! Aproveitem o restante do domingo e quem sabe possam passar o final de tarde numa praça próxima de vocês.
17.8.12
Isto é exatamente o que eu precisava escutar hoje:
"A Lua, regente canceriano, está na fase nova, indício de uma nova etapa. Ciclo importante se inicia em relação à expressão de seus talentos e aos recursos e valores pessoais. Novo momento nas finanças como consequência da valorização de suas habilidades. Criatividade e reconhecimento."
Agora não é uma questão de acreditar ou não na astrologia, mas sim de ter certeza do meu potencial criativo numa área por onde só passei, até então, ao largo.
"A Lua, regente canceriano, está na fase nova, indício de uma nova etapa. Ciclo importante se inicia em relação à expressão de seus talentos e aos recursos e valores pessoais. Novo momento nas finanças como consequência da valorização de suas habilidades. Criatividade e reconhecimento."
Agora não é uma questão de acreditar ou não na astrologia, mas sim de ter certeza do meu potencial criativo numa área por onde só passei, até então, ao largo.
15.8.12
Ô mundinho surpreendente!!!
Na última vez em que estive na filial, com uma pilha de problemas para resolver e mais um tanto de gente para atender, apareceu um cachorro na minha janela.Ele pulou, colocou a carona para dentro da sala e choramingou chamando a minha atenção.
Fui até janela, fiz carinho nele, que abanava o rabo sem parar e perguntei se alguém o conhecia. Nada, ele havia aparecido por lá naquela manhã, perguntaram aos vizinhos, mas ninguém havia dado conta do seu sumiço.
Parei de brincar com ele e voltei para a minha mesa. Quando dei por mim ele estava dentro da sala com a cabeça na minha perna, com cara de judiação, me pedindo mais carinho.E lá fui eu.Depois de um tempo e como eu tinha muito trabalho lhe disse: Agora chega, vai deitar!
E não é que ele foi ? Ficou deitadinho, sob protestos dos meus colegas de trabalho, embaixo da minha cadeira até a hora de eu vir embora.Nesse meio tempo lhe dei água, comida e ele até dormiu profundamente.
No final da tarde, saí da sala e ele me acompanhou.Fui pegar o carro e ele ficou parado na porta do escritório e eu juro que foi acompanhando o carro com o olhar até eu sumir no fim da rua.
Honestamente, espero encontrá-lo lá amanhã.Tem horas em que os animais são infinitamente melhores do que os homens.Ele tem mais ou menos a carinha do cachorro da foto e já lhe dei até nome: Tufão.
Na última vez em que estive na filial, com uma pilha de problemas para resolver e mais um tanto de gente para atender, apareceu um cachorro na minha janela.Ele pulou, colocou a carona para dentro da sala e choramingou chamando a minha atenção.
Fui até janela, fiz carinho nele, que abanava o rabo sem parar e perguntei se alguém o conhecia. Nada, ele havia aparecido por lá naquela manhã, perguntaram aos vizinhos, mas ninguém havia dado conta do seu sumiço.
Parei de brincar com ele e voltei para a minha mesa. Quando dei por mim ele estava dentro da sala com a cabeça na minha perna, com cara de judiação, me pedindo mais carinho.E lá fui eu.Depois de um tempo e como eu tinha muito trabalho lhe disse: Agora chega, vai deitar!
E não é que ele foi ? Ficou deitadinho, sob protestos dos meus colegas de trabalho, embaixo da minha cadeira até a hora de eu vir embora.Nesse meio tempo lhe dei água, comida e ele até dormiu profundamente.
No final da tarde, saí da sala e ele me acompanhou.Fui pegar o carro e ele ficou parado na porta do escritório e eu juro que foi acompanhando o carro com o olhar até eu sumir no fim da rua.
Honestamente, espero encontrá-lo lá amanhã.Tem horas em que os animais são infinitamente melhores do que os homens.Ele tem mais ou menos a carinha do cachorro da foto e já lhe dei até nome: Tufão.
12.8.12
Ontem a noite foi rica...de alegria, de boa conversa, de companhia.Os que dizem que atletas e intelectuais pertencem a tribos diferentes estão enganados.A geração mais nova é mesmo um pouco desinformada por conta das inúmeras distrações tecnológicas.Mas quando reunimos os mais novos e os mais velhos as trocas são bem interessantes.Dá conversa até altas horas da madrugada.
E todo tipo de assunto vai surgindo: trocamos receitas, discutimos a hidrografia brasileira, livros, autores, a fauna, a flora, expectativas, olimpíadas, boxe, Chico Buarque, Tom, Caetano, Vinicius, Gil e Jaques MorelenQUEM??? Morelenbaum.
Alguém lembra de uma viagem que fez nos anos 70 e a conversa ganha novos rumos e sem sair do continente, vamos do calor extremo da Bahia, da umidade Amazônica, da secura de Brasília ao frio intenso de Ushuaia.Gostos diferentes tornando a noite prá lá de interessante.
E todo tipo de assunto vai surgindo: trocamos receitas, discutimos a hidrografia brasileira, livros, autores, a fauna, a flora, expectativas, olimpíadas, boxe, Chico Buarque, Tom, Caetano, Vinicius, Gil e Jaques MorelenQUEM??? Morelenbaum.
Alguém lembra de uma viagem que fez nos anos 70 e a conversa ganha novos rumos e sem sair do continente, vamos do calor extremo da Bahia, da umidade Amazônica, da secura de Brasília ao frio intenso de Ushuaia.Gostos diferentes tornando a noite prá lá de interessante.
6.8.12
A vida lá fora está chamando...além dos muitos compromissos assumidos e o lazer aproveitado descaradamente, ainda tenho administrado o trabalho diário com os noticiários sobre o Mensalão.
Infelizmente não acredito que alguma justiça seja feita...é frustrante...
Então...a vida está me chamando lá fora!
Infelizmente não acredito que alguma justiça seja feita...é frustrante...
Então...a vida está me chamando lá fora!
3.8.12
Ontem minha alma chorou ao chegar na filial.Eu sabia que a cena que encontraria lá me partiria o coração ao meio.Nem bem entrei escutei o som da moto serra e me calei.
Olhei para a esquerda e lá no fundo avistei pelo menos uma meia dúzia de árvores tombadas.Ainda recusando aceitar o fim delas, fui ver de perto o estrago das tais "brocas".
Os troncos, por dentro, estavam mesmo apodrecidos, inclusive outro dia, durante uma ventania um pouco mais forte, o galho de uma sibipiruna quase acertou o carro de um cliente.Por fora o aspecto é normal, mas por dentro estão todas doentes.
Como além de jornalista, roteirista, fotógrafa e instrumentadora, fiz também curso de paisagismo, fui chamada para acompanhar o problema das árvores.Não foi falta de aviso, de tanto fazerem podas de qualquer jeito, uma hora isso ia acontecer.
Eu aprendi que após cada poda é bom passar no local a calda bordalesa (de fumo) e cobrir a área com cera/parafina.Alguns jardineiros aplicam cal ou inseticidas.
Estou agora à procura de mudas de jacarandás mimosos, magnólias, eucaliptos vermelhos e cerejeiras ornamentais, para substituir as quase 50 árvores, condenadas, que precisarão ser arrancadas.Doeu, viu?
Na verdade, derramei lágrimas de verdade quando peguei a estrada de volta prá casa.
Já disse para eles que não quero nem saber, mas vão ter que arrumar uma área para eu plantar pelo menos um Eucalipto Arco íris (Eucalyptus deglupta).Sua casca externa cai anualmente em diferentes épocas, deixando aparecer o verde claro da parte interna, que amadurecendo gradualmente, resulta em tons de azul, roxo, laranja e marrom.
Olhei para a esquerda e lá no fundo avistei pelo menos uma meia dúzia de árvores tombadas.Ainda recusando aceitar o fim delas, fui ver de perto o estrago das tais "brocas".
Os troncos, por dentro, estavam mesmo apodrecidos, inclusive outro dia, durante uma ventania um pouco mais forte, o galho de uma sibipiruna quase acertou o carro de um cliente.Por fora o aspecto é normal, mas por dentro estão todas doentes.
Como além de jornalista, roteirista, fotógrafa e instrumentadora, fiz também curso de paisagismo, fui chamada para acompanhar o problema das árvores.Não foi falta de aviso, de tanto fazerem podas de qualquer jeito, uma hora isso ia acontecer.
Eu aprendi que após cada poda é bom passar no local a calda bordalesa (de fumo) e cobrir a área com cera/parafina.Alguns jardineiros aplicam cal ou inseticidas.
Estou agora à procura de mudas de jacarandás mimosos, magnólias, eucaliptos vermelhos e cerejeiras ornamentais, para substituir as quase 50 árvores, condenadas, que precisarão ser arrancadas.Doeu, viu?
Na verdade, derramei lágrimas de verdade quando peguei a estrada de volta prá casa.
Já disse para eles que não quero nem saber, mas vão ter que arrumar uma área para eu plantar pelo menos um Eucalipto Arco íris (Eucalyptus deglupta).Sua casca externa cai anualmente em diferentes épocas, deixando aparecer o verde claro da parte interna, que amadurecendo gradualmente, resulta em tons de azul, roxo, laranja e marrom.
Cheguei ontem da filial ainda no meio da tarde e aproveitei para ir ao Poupatempo renovar a minha Carteira de Motorista que vencia agora em Agosto.Minha surpresa foi descobrir que o serviço melhorou, e muito, desde a última vez que estive lá, há mais ou menos uns 3 anos.Muito menos burocrático e com funcionários educados e prestativos.
Mesmo assim, entre estacionar e pegar novamente o carro levei uma hora e meia.Isso porque você deixa o carro no estacionamento do shopping, pega o elevador, pega senha, faz check list dos documentos, depois entrega-os para outro atendente, em seguida tira fotografia, deixa suas digitais, passa por exame médico, recolhe taxa no banco e enfim pega o protocolo de retirada.
E deu tempo de chegar em casa com tempo para preparar bolinhos de abobrinha para o jantar, uma das únicas frituras permitidas aqui em casa.Ficaram deliciosos!!!
Mesmo assim, entre estacionar e pegar novamente o carro levei uma hora e meia.Isso porque você deixa o carro no estacionamento do shopping, pega o elevador, pega senha, faz check list dos documentos, depois entrega-os para outro atendente, em seguida tira fotografia, deixa suas digitais, passa por exame médico, recolhe taxa no banco e enfim pega o protocolo de retirada.
E deu tempo de chegar em casa com tempo para preparar bolinhos de abobrinha para o jantar, uma das únicas frituras permitidas aqui em casa.Ficaram deliciosos!!!
30.7.12
Pensei muito na vida neste final de semana.Alguns momentos de silêncio foram suficientes para que eu formulasse um tanto quase que infinito de perguntas, na sua maioria sem respostas.Comecei pela batidíssima "Porque estou aqui?", sem antes não deixar de passar pela famosa "Qual o sentido da vida?".
Vejo vidas entrelaçadas de tantas maneiras e de uma forma tão intensa que nada poderá desatar os nós que as mantém unidas. Mas por quê? Se em sua maioria são histórias sem final.Quantas vezes escutamos que tal situação esteve mal resolvida durante anos? E tem tanta coisa, que por mais que eu queira nunca estará resolvido.E por que simplesmente não me esqueço delas? Deveríamos ter um botão aonde fosse possível deletar para sempre tudo o que não nos faz feliz.
Não estou reclamando de sofrer, acredito que até faça parte do nosso crescimento.Só queria ser menos sensível ao mundo que me rodeia.Mas não consigo. Da mesma forma que sinto a brisa que me toca a pele e o vento que me desmancha os cabelos, sinto o que não é dito.Sei ler os sentimentos alheios.Aliás, mais do que ler, sei sentir.E para quê, se eu não posso mudar o que acontece aos outros?
Sei exatamente quando alguém está indo contra a sua natureza, como sei também quando esta pessoa vai cair em si e sei até mesmo o quanto vai sofrer.E como eu sei? Não sei, porque é algo que acontece muito mais no mundo das percepções do que no real. E como eu ajo em momentos assim? Eu tento falar, mas quando a pessoa não quer escutar, eu me afasto, mas continuo conectada.
Mais uma vez me pergunto "O que estou fazendo aqui?", quando cada pessoa deveria ser independente do outro. Qual o sentido do eterno religare se tudo parece se acabar de repente? Se não existe o depois como é o hoje, por que estamos sempre ligados, de um modo ou de outro? E quanto mais eu procuro mais me aparecem situações para reforçar estas ligações.Vou continuar sem respostas e conectada.
Pois assim parece ser a vida, a minha, a sua, a de todos nós!
Vejo vidas entrelaçadas de tantas maneiras e de uma forma tão intensa que nada poderá desatar os nós que as mantém unidas. Mas por quê? Se em sua maioria são histórias sem final.Quantas vezes escutamos que tal situação esteve mal resolvida durante anos? E tem tanta coisa, que por mais que eu queira nunca estará resolvido.E por que simplesmente não me esqueço delas? Deveríamos ter um botão aonde fosse possível deletar para sempre tudo o que não nos faz feliz.
Não estou reclamando de sofrer, acredito que até faça parte do nosso crescimento.Só queria ser menos sensível ao mundo que me rodeia.Mas não consigo. Da mesma forma que sinto a brisa que me toca a pele e o vento que me desmancha os cabelos, sinto o que não é dito.Sei ler os sentimentos alheios.Aliás, mais do que ler, sei sentir.E para quê, se eu não posso mudar o que acontece aos outros?
Sei exatamente quando alguém está indo contra a sua natureza, como sei também quando esta pessoa vai cair em si e sei até mesmo o quanto vai sofrer.E como eu sei? Não sei, porque é algo que acontece muito mais no mundo das percepções do que no real. E como eu ajo em momentos assim? Eu tento falar, mas quando a pessoa não quer escutar, eu me afasto, mas continuo conectada.
Mais uma vez me pergunto "O que estou fazendo aqui?", quando cada pessoa deveria ser independente do outro. Qual o sentido do eterno religare se tudo parece se acabar de repente? Se não existe o depois como é o hoje, por que estamos sempre ligados, de um modo ou de outro? E quanto mais eu procuro mais me aparecem situações para reforçar estas ligações.Vou continuar sem respostas e conectada.
Pois assim parece ser a vida, a minha, a sua, a de todos nós!
29.7.12
Minhas outras duas escolhas foram muito felizes também:
Stephen Daldry se tornou um dos meus diretores favoritos depois que assisti Billy Elliot.Desta vez pegou uma história mil vezes contada, e que foi transformada em livro, e a transformou num filme delicado.Max Von Sydow preenche muito bem os espaços vazios sem dizer uma única palavra.Thomas Horn fala mais com os olhos do que com a boca, embora em algumas cenas fale compulsivamente.
Não vejo diretor melhor que David Fincher para a trilogia Millennium.Tarantino talvez pesasse um pouco demais a mão.O filme é mesmo a versão cinematográfica do livroe com uma direção de atores muito boa.
Stephen Daldry se tornou um dos meus diretores favoritos depois que assisti Billy Elliot.Desta vez pegou uma história mil vezes contada, e que foi transformada em livro, e a transformou num filme delicado.Max Von Sydow preenche muito bem os espaços vazios sem dizer uma única palavra.Thomas Horn fala mais com os olhos do que com a boca, embora em algumas cenas fale compulsivamente.
Não vejo diretor melhor que David Fincher para a trilogia Millennium.Tarantino talvez pesasse um pouco demais a mão.O filme é mesmo a versão cinematográfica do livroe com uma direção de atores muito boa.
Tenho o filme na estante há mais de anos.
Eu sabia que quando resolvesse assistí-lo, choraria da metade para o fim.Na verdade estava esperando um bom dia para isso.
Em "Marley e Eu", por exemplo, só chorei com o livro.O filme não me provocou a mesma reação.Já em "Sempre ao seu lado" gastei praticamente uma caixa de lenços de papel.
O diretor Lasse Hällstrom, que fez também Chocolate, tem mesmo um modo particular de nos tocar a alma.Ele concilia a trilha sonora com as imagens de forma magistral.Esta versão é um remake de uma produção japonesa de 1987 e a escolha de Richard Gere, com aquele sorriso de bom moço e a voz doce e aveludada, ajudou muito a aumentar a dramaticidade do filme. Chorei mesmo e quase que sem parar.
Ufa!
Eu sabia que quando resolvesse assistí-lo, choraria da metade para o fim.Na verdade estava esperando um bom dia para isso.
Em "Marley e Eu", por exemplo, só chorei com o livro.O filme não me provocou a mesma reação.Já em "Sempre ao seu lado" gastei praticamente uma caixa de lenços de papel.
O diretor Lasse Hällstrom, que fez também Chocolate, tem mesmo um modo particular de nos tocar a alma.Ele concilia a trilha sonora com as imagens de forma magistral.Esta versão é um remake de uma produção japonesa de 1987 e a escolha de Richard Gere, com aquele sorriso de bom moço e a voz doce e aveludada, ajudou muito a aumentar a dramaticidade do filme. Chorei mesmo e quase que sem parar.
Ufa!
27.7.12
Dizem que as mães das misses fiquem insuportáveis quando suas filhas ficam entre as finalistas.
Vou dizer que mãe de atleta é bem pior!!! É um gostinho de conquista com superação, porque em cada disputa eles vão até o limite, limite este que tentam superar todos os dias através de muito treino e concentração.No torneio anterior ficaram em 4° lugar.Desta vez trouxeram o troféu de 2° lugar na classificação geral e várias medalhas, representando a cidade de Campinas, embora a prefeitura não invista no esporte.Mas para mim é como se estivessem representando o país inteiro.Definitivamente, eu estou pior que mãe de miss!
Vou dizer que mãe de atleta é bem pior!!! É um gostinho de conquista com superação, porque em cada disputa eles vão até o limite, limite este que tentam superar todos os dias através de muito treino e concentração.No torneio anterior ficaram em 4° lugar.Desta vez trouxeram o troféu de 2° lugar na classificação geral e várias medalhas, representando a cidade de Campinas, embora a prefeitura não invista no esporte.Mas para mim é como se estivessem representando o país inteiro.Definitivamente, eu estou pior que mãe de miss!
26.7.12
Leveza...a palavra de ordem é leveza...é assim que quero manter a alma e o coração.
Não pensar naquilo que pesa e muito menos carregar qualquer sentimento que não seja bom.
O que pensam, o que dizem, o que sentem, na verdade pouco me importa se não for compartilhado com leveza, amor e alegria.
Sou grata àqueles que compartilham comigo meus momentos mais felizes e o meu sorriso mais espontâneo.
Não pensar naquilo que pesa e muito menos carregar qualquer sentimento que não seja bom.
O que pensam, o que dizem, o que sentem, na verdade pouco me importa se não for compartilhado com leveza, amor e alegria.
Sou grata àqueles que compartilham comigo meus momentos mais felizes e o meu sorriso mais espontâneo.
25.7.12
Sabe que tem dias em que peço aos céus mais paciência...respiro fundo, olho, olho, olho e só depois me manifesto.Porque nesses dias nem "desenhando" a coisa funciona.Se eu tivesse certeza de que as pessoas agem assim por pura ignorância eu ficava tranquila, afinal ninguém nasceu sabendo e eu tenho paciência para repetir e repetir e repetir tudo outra vez.
Mas eu me pego pensando que em certas ocasiões a coisa é mesmo proposital.Talvez Freud até tenha explicação, mas no momento nem quero saber qual é. Amanhã vou cedo para a filial para repetir pelo menos 70% de tudo o que disse na terça feira.E como hoje, enquanto aguardava os outros terminarem de refazer os seus serviços, adiantei todo o meu trabalho, talvez nem precise ir ao escritório na sexta feira.Vou tentar fazer tudo aqui de casa, graças à Internet.
As relações humanas são mesmo um tanto complexas.Eu mesma tenho uma relação de pessoas que eu gostaria de nunca mais encontrar. Não é raiva, não, é total falta de paciência.Melhor eu parar por aqui porque hoje não estou tendo paciência nem comigo.
Mas eu me pego pensando que em certas ocasiões a coisa é mesmo proposital.Talvez Freud até tenha explicação, mas no momento nem quero saber qual é. Amanhã vou cedo para a filial para repetir pelo menos 70% de tudo o que disse na terça feira.E como hoje, enquanto aguardava os outros terminarem de refazer os seus serviços, adiantei todo o meu trabalho, talvez nem precise ir ao escritório na sexta feira.Vou tentar fazer tudo aqui de casa, graças à Internet.
As relações humanas são mesmo um tanto complexas.Eu mesma tenho uma relação de pessoas que eu gostaria de nunca mais encontrar. Não é raiva, não, é total falta de paciência.Melhor eu parar por aqui porque hoje não estou tendo paciência nem comigo.
22.7.12
Eu tinha me esquecido de como era uma sexta feira na capital.O trânsito é um caos, um congestionamento só, fora o número de barbeiros na rua.Aquilo sim é uma aula prática de direção defensiva. Parece que todos querem chegar mais cedo em casa.
Isso sem contar a poluição.Havia me esquecido, aliás meus olhos e garganta haviam se esquecido de como é conviver com ela.Não tem jeito, me tornei uma pessoa do mato.Até um tempo atrás eu ainda achava que a capital tinha lá suas compensações.Esquece, não dá!
Agora só vou prá lá de domingo e se estiver muito bem disposta.E coloca disposição nisso, ok?
E como nem tudo é perdido, a parte boa de sair sábado cedo de São Paulo para pegar estrada é que nesse horário dá prá parar na padaria São Domingos e comprar o melhor pão italiano da cidade.E comer uns canolis fresquinhos.Mamma mia, assim não dá prá ser magra, né?
Mudando de assunto, amanhã começam as competições de Tênis de Mesa nos Jogos Regionais, em Atibaia.As equipes masculina e feminina de Campinas já estão na cidade, e os atletas devidamente alojados.
Devo ir prá lá na terça ou quarta para torcer!!!
Isso sem contar a poluição.Havia me esquecido, aliás meus olhos e garganta haviam se esquecido de como é conviver com ela.Não tem jeito, me tornei uma pessoa do mato.Até um tempo atrás eu ainda achava que a capital tinha lá suas compensações.Esquece, não dá!
Agora só vou prá lá de domingo e se estiver muito bem disposta.E coloca disposição nisso, ok?
E como nem tudo é perdido, a parte boa de sair sábado cedo de São Paulo para pegar estrada é que nesse horário dá prá parar na padaria São Domingos e comprar o melhor pão italiano da cidade.E comer uns canolis fresquinhos.Mamma mia, assim não dá prá ser magra, né?
Mudando de assunto, amanhã começam as competições de Tênis de Mesa nos Jogos Regionais, em Atibaia.As equipes masculina e feminina de Campinas já estão na cidade, e os atletas devidamente alojados.
Devo ir prá lá na terça ou quarta para torcer!!!
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