31.8.09

Ai...ai...ai...acordei com sintomas de sei lá o quê, um aperto no peito, e um tanto carente de atenção e carinho...não, não, isto não existe...
Não que alguma coisa esteja me faltando.Mas é que eu tenho essas coisas de querer colo e cafuné assim sem motivo. Talvez seja saudades de mim mesma, do que já fiz e do que ainda quero fazer.Mas logo vai passar :o)

30.8.09

Tango - Carlos Saura

Um pouco de arte...esse é o meu favorito de Saura :o)
Os diálogos, as cores, a dança, a música...é tudo forte, marcante. Simplesmente divino!!!
E nesse clima desejo um excelente início de semana para todos.

Fado Tropical - Chico Buarque e Carlos do Carmo

Não conheço profundamente a história de Portugal, mas quando menina passamos ao lado dela. Não foi em abril de 74 , mas sim em fevereiro de 76, às vésperas das eleições de 25 de abril do mesmo ano. Percebemos que o clima não era de tranquilidade em Lisboa, quando um amigo do meu pai de sobrenome Soares parou ao lado de um cartaz de Soares, o Mario, para uma fotografia.Na foto ele fazia um gesto de positivo com a mão esquerda, mas foi o suficiente para quase quebrarem a câmera.Foi um diz que disse e um deixa disso só amenizado quando meu pai mostrou o passaporte e explicou que éramos brasileiros. Logo fomos liberados mas aconselhados à não mais repetir aquele gesto.Eu tinha 9 anos na época e não entendi direito o que aconteceu, só me lembro de minha mãe pedindo que eu ficasse quieta, Afinal, curiosa que só eu, nem preciso dizer que logo já fui perguntando o que estava acontecendo.No dia seguinte saímos em direção à Paris. Na mala levávamos café para um amigo jornalista do meu pai, que nunca se envolveu com política, mas seus colegas sim.Acho que ele era suficientemente político demais para isso.Mas aí já é uma outra história :o)

Uns chamam de sensibilidade, outros de intuição. Mas eu sou a expressão do sentir. Muitas vezes sinto na voz , no olhar e até mesmo no que não é palpável aquilo que não é dito.E eu não vou dizer que eu goste.Talvez seja esse o motivo de eu me ausentar do convívio social algumas vezes, no que eu chamo de período "ostra". Eu preciso desse tempo para não cair na tentação de me envolver com os problemas alheios, uma vez que eles são tão claros para mim. Talvez eu não seja intuitiva e somente um tanto analítica demais.Mas desde pequena que tenho a percepção ampliada.Acho que consigo escrever com tranquilidade um roteiro porque minha mente é um verdadeiro scanner da realidade. Quando entro num ambiente, em poucos segundos já faço uma leitura geral e com riqueza de detalhes. É como se eu fosse uma câmera constantemente ligada. Em contrapartida, em momentos de prazer eu ligo a tecla off. É como se tudo ao meu redor desaparecesse. Nos meus raros momentos de meditação mergulho em um universo sem formas.E uma das poucas coisas que me relaxa é a água...e hoje sinto falta desse contato.

29.8.09

Ainda bem que não sou dada à radicalismos, rompantes, sim, radicalismos alimentares, não.
Logo cedo fui acordada com um sanduíche de queijo fresco quente direto da padaria.O cara metade levou o filho à escola, por causa da H1N1 estão repondo aulas aos sábados, e me trouxe de café da manhã essa iguaria que eu gosto muito.
Na hora do almoço, na correria para o aniversário da tarde, apelamos para o Burger King, que tem um sanduíche um pouquinho mais "saudável" que o concorrente.É o que dizem, fecho os olhos e corro prô abraço. Nessas horas minhas células tão bem tratadas com grãos integrais, saladas e frutas entram em colapso.Se fosse só isso tava bom, mas a maratona junkie food não parou por aí.
Fomos para a festinha infantil e a minha noite terminou com um saldo de pelo menos uma dúzia de mini salgadinhos fritos na hora. Do tipo bolinha de queijo, risoles de milho com catupiry e coxinha de galinha.Mas resisti bem ao bolo e aos docinhos, provei somente um beijinho.
Beijo, beijinho, beijão, à isso eu não resisto.E beijo e abraço dos pequenos, então? Foi uma tarde muito gostosa, um tipo pic nic, num lugar bem verde e cercado de lagos. Eu moro em contato direto com a natureza, mas um contato diferente é sempre muito agradável.
Ah...a todos os pequenos prazeres que a natureza me concede, eu sou grata!

28.8.09

E quando OSHO falou sobre o amor ele disse:
* Tudo o que está errado com o homem, está de alguma forma associado ao amor. Ele não tem sido capaz de amar ou ele não tem sido capaz de receber amor. Ele não tem sido capaz de compartilhar o seu ser.

* No amor, se você dá alguma coisa, no fundo você fica esperando aquilo que deve vir em troca. Se aquilo não vem, você percebe uma reclamação interna. Você pode não dizer, mas de mil e uma maneiras você pode insinuar que você não está satisfeito, que você está se sentindo traído. O amor parece ser uma barganha sutil.

Eu diria que você só ama realmente quando consegue se desvencilhar das armadilhas da barganha. É tentador você reclamar com o outro por estar se sentindo preterido. Eu mesma já caí nessa diversas vezes. Porque entendemos que compartilhar significa tornar-se uma parte do outro. Aí está o erro. Cada ser, que é único, deve individualizar-se para poder compartilhar sem a necessidade de pertencer ou ser parte de alguém. Quando eu digo que eu te amo e vc está em mim isto não significa que vc influencia o meu comportamento ou minhas decisões.E eu sou uma pessoas extremamente reativa. Mas negar a dependência está longe de negar o sentimento. E é esse tal de sentimento que muitas vezes nos leva à dizer algumas bobagens. Alguém pode até se perguntar pq amar então? Aí eu digo que o amor de verdade não se escolhe, se sente e pronto. E ele é prá te fazer feliz :o)
(imagem: Priscila Floriano)

27.8.09

Sinto que meu texto anda um pouco seco e um tanto óbvio, ainda reflexo dos anos de jornalismo. Nas reportagens eu evitava perder qualquer detalhe e tentava colocar o máximo de informações por frase e de forma coesa. Até que me adaptar à produção de roteiros não foi tão dificíl assim porque é uma linguagem bem técnica, cheia de formas e precisa de um texto bem detalhado.
Por exemplo:

EXT. NOITE – RUA - PRAÇA

PLANO AMERICANO – ALICE pára em frente à ANDARILHO que se encontra sentado debaixo de uma árvore em uma praça.A praça é longa e ANDARILHO está logo no começo dela, folheando um livro surrado de Willian Shakespeare, sem tirar os olhos da leitura.

ALICE
Ei, você aí. Por que está tudo tão silencioso?
Aonde está todo mundo?

ANDARILHO (com os olhos na leitura)
Hoje é feriado.Tá tudo fechado.

ALICE
Feriado? Mas que dia é hoje? Eu não me lembro.

ANDARILHO
Ah! Isso eu não sei! Também não me importo.
Eu nunca sei que dia é hoje.
Hoje é todo dia.

ALICE
Mas deve ser um dia importante!

ALICE sai caminhando para o interior da praça, olhando para trás, na direção de ANDARILHO.

ANDARILHO
Ei, aonde você vai?

ALICE (feliz)
Descobrir que dia é hoje!
Só que escrever uma ficção, romance, crônica ou conto é outra coisa. São outros 500...mas um dia eu chego lá!!! Sei que tenho tido ótimas referências :o)

Chico Buarque - Quem te viu, quem te vê

Algumas letras dispensam comentários :o)

Quando jovem e até pouco tempo atrás, eu fugia das festas, principalmente as de família. Nunca fui de ter muita paciência em rodinhas de comadre. Aliás ainda não tenho.Acho que é porque vejo o mundo de outra forma.Era marcar uma festa que eu dava um jeito de viajar para algum canto. Mas aí o tempo foi passando, as crianças foram nascendo e eu fui ficando.No próximo sábado tenho o aniversário de 3 anos do meu afilhado. Eu juro que pensei em não ir, afinal o aniversário mesmo foi na semana passada e eu já dei beijos, parabéns e inclusive o presente. Aí ontem à noite falando com a mulher do meu primo, a filhinha fofa dela, com 3 anos também, me pergunta se eu ia à festa no sábado.
- Tia Carlinha, vc vai na festa sábado? Pq eu vou!
- Acho que vou, querida.
- Vai sim , Tia Carlinha.
- Tá bom, então eu vou.
- Vc vai de fantasia?
- Não dá , Pi. Eu sou gente grande.
- Dá sim, Tia. Eu vou de borboleta. E vc?
Vendo que ela não ia ceder respondi:
- Ah... se der então vou de Fiona.
- Mãe!!!, ela gritou, A Tia Carlinha disse que vai de Fiona então vc pode ir de Branca de Neve.
- Mas Pi, eu não sei se a minha roupa de Fiona tá aqui.Eu preciso procurar.
- Então vai de plincesa mesmo!
- Mas eu não tenho fantasia de princesa.
- Tia Carlinha, vc já é um plincesa.
Depois dessa como é que eu posso não ir.

26.8.09

Nesta manhã, no caminho para o escritório, fiquei a pensar nas afinidades entre as pessoas e tentando entender como elas acontecem. Conheço muita gente, de todos os cantos e de todos os tipos. A casa dos meus pais sempre foi frequentada por todo tipo de gente. Se era amigo do amigo era benvindo. Ainda menina não conseguia aquilatar a extensão dessa receptividade. Numa sociedade hipócrita e cheia de moralismos meus pais tinham um amigo que matou a esposa por pegá-la no flagra com outro.Aliás ele era um poço de cultura.Num rompante, numa crise de ciúmes, num momento de insensatez, ele matou a esposa.Mas como ensinaram meus pais, a nós não cabia julgá-lo, esse era um problema dele com sua própria consciência. E assim ele frequentou nossa casa até morrer, sempre numa relação de amizade e respeito invejáveis.
E assim sendo aprendi a ter um olhar diferente sobre o culpado e o inocente.Descobri que muitas vezes as pessoas são condenadas socialmente sem direito algum de defesa.Isso acontece muito com os que eu chamo de "invisíveis". São aquelas pessoas que vivem pelas ruas e pelos semáforos. As pessoas, no geral, fingem que elas não existem ou então nem olham para o lado com medo. Eu, ao contrário, conheço uma monte delas. Algumas até pelo nome. Tem a Brida, um travesti ruivo de mais de metro e oitenta que fica no semáforo próximo ao escritório.Todo dia a gente bate um papinho. Na semana passada ela sumiu, ontem descobri que é pq estava em tratamento, ela tem Aids, mas passa bem. E aos poucos, sempre que o sinal fecha, ela me conta um pouco da sua vida.Ela não quer dinheiro, nem nada, só um pouco de atenção já lhe basta. E eu sou grata pela forma carinhosa como ela me trata. Tem também o Douglas, um rapaz dependente, ele vive na rua desde que se conhece por gente.No Natal passado ele me pediu um presente, podia ser qualquer coisa desde que viesse num pacote de presente.Esse era seu maior desejo.Eu comprei uma camiseta, fiz um embrulho lindo e entreguei-lhe no dia 24. Esse menino chorou de emoção. Foi o presente que me deu mais prazer de embrulhar. Outro dia mesmo, drogado que só vendo, ele me falava da vontade de estudar para entrar no exército.E como essas, tenho muitas e muitas histórias de gente que vive de forma alternativa. Tem gente que fala que eu sou doida de falar assim com essas pessoas.Mas elas são gente como a gente. Mais do que isso, tenho uma relação de afinidade com elas e fico feliz se sei que estão bem. A diferença está somente no fato de eu ter tido uma vida com muito mais oportunidades.
Ou talvez seja uma questão de ação e reação :o)

Cérebro Masculino e Cérebro Feminino

É claro que existem homens diferentes e mulheres tb :o)
O video é longo e as risadas da platéia são um pouco exageradas para o meu gosto. Mas é divertida a forma como ele tenta exemplificar que devemos respeitar a diferença existente entre as duas formas de pensar.

25.8.09

Hoje foi dia de pegar estrada até a filial. Nos dias que vou prá lá opto por ir bem cedinho, que pego menos trânsito e depois venho direto prá casa. Já em casa eu ia abrindo o chuveiro quando meu pai ligou me pedindo para levá-lo no empório para comprar frios, queijos e pão. Como ele sempre me levou à todos os lugares, nunca tenho preguiça quando ele solicita a minha companhia para ir à qualquer lugar. Quando pequena ele me levava à todos os lugares mesmo e em grandes e pequenas viagens também. Ainda bebê minha mãe conta que eu só dormia depois de uma voltinha, e nos anos em que moramos na praia, tinha que ser à beira mar. Ô garota exigente!!!Com ele aprendi à andar de avião, hidroavião, navio, barco, trem, metro, ônibus, carro, bicicleta e patins. E depois foi dificíl me segurar, ele costumava dizer que eu tinha rodinhas nos pés. Até hoje eu AMO pegar uma estrada. É, mas com o passar dos anos fui ficando mais presa ao lugar que moro, talvez esse seja o significado de fincar raízes e eu não sei se gosto dessa coisa, não. E hoje meu filho está numa idade na qual não posso simplesmente sair viajando por aí com ele. Ele precisa ir à escola, embora eu questione, e muito, a qualidade do ensino atual. Talvez ele aprendesse muito mais viajando por aí. Mas meu lado mais racional me segura firme.Muitas vezes me pergunto se não vamos ficando um tanto covardes conforme envelhecemos. Espero que não, pois ainda quero viajar muito :o)
A foto acima foi tirada por minha mãe, a co-piloto. Apelidada na última viagem que fizemos eu, ela e meu pai de Rodo-girl. Sempre que os meninos aqui viajam para um lado eu não perco a oportunidade de fechar a casa e sair para outro. E meus pais têm sido adoráveis companhias.E não viajamos para lugares turísticos e termas como fazem as pessoas da terceira idade, vamos um pouco além. Numa das últimas fomos parar no Paraguai, mas isto é história para outro post.

Fragmentos da infância

Ah...a Geni. Desligo o telefone com uma pontada de saudade da infância. Geni foi babá dos meus primos e como eu vivia por lá acabei pegando um pouco dos seus mimos.Minha tia, casada com advogado tinha babá e morava na Rua Rio de Janeiro, endereço elegante da capital paulista. Minha mãe, casada com jornalista morava prá lá das bandas da Av. Angélica e não tinha babá. Não foram tempos ruins, nunca nos faltou comida à mesa, uma boa escola, cadernos,viagens, livros, discos, roupas e calçados. O que fazia a diferença entre a nossa casa e a da minha tia eram aqueles pequenos luxos, como a Geni. Ela praticamente me viu nascer e acompanhou meu crescimento até meus 18 anos. Quando morei sozinha na capital, dos 17 aos 18, era lá que eu pedia abrigo quando sentia saudade da comida de mãe. E assim Geni sabia de tudo, da faculdade aos namorados. Aí mudei-me para o interior, meus tios faleceram, um primo casou, outro se mudou e a Geni sumiu. Há 3 anos quando a mulher do meu primo caçula ficou grávida , eles reencontraram a Geni e ela voltou à trabalhar para eles. De lá prá cá sempre nos falamos e hoje ela estava comentando exatamente como eu "cresci". Ah...a Geni...

24.8.09


Eu adoro orquídeas, talvez porque não seja uma flor tão efêmera. Gosto de orquídeas desde pequena.Lembro de namorá-las na vitrine da floricultura da avenida aonde morávamos e da minha mãe dizer que era flor de gente grande. E eu cresci namorando-as até que finalmente ganhei de um namorado minha primeira orquídea. Era uma catléia branca, mas fiquei um pouco decepcionada pois a flor vinha cortada do galho numa caixinha transparente.Minha mãe me explicou que era assim mesmo que eram comercializadas e que na haste que nascia uma flor não voltava à nascer outra.E que as flores eram caras justamente por causa dessa peculiaridade. Ganhei poucas orquídeas enquanto me tornava gente grande. Já adulta tive uma floricultura por uns dois anos e um novo mundo se abriu diante dos meus olhos: o dos produtores.Conheci de perto as estufas de phalaenopsis, cymbidiuns e catléias. Além das estufas de rosas, crisântemos, violetas e etc. Nesta época adquiri algumas, mas não era a mesma coisa de ganhá-las. De uns anos prá cá, talvez por acaso, ou não, as pessoas passaram à me presentear com orquídeas no meu aniversário. E desta vez, plantadas.E assim tenho criado um jardim especial :o)
P.S. A foto é de uma Catléia toda branca.
Brrrr...final de tarde congelante.Tomando um chocolate quente e lendo os e-mails, blogs, orkuts e twitters, nossa... essa tecnologia me ocupa mesmo...
Hoje é aniversário do Paulo Coelho e de presente para os fãs, disponibilizou na internet alguns livros. Confiram no blog
dele.
O dia por aqui não trouxe nada de novo, além de muita chuva e frio. O que também não acho ruim, nos leva à introspecção :o)
Tem dias em que acordo com a cabeça às avessas...aí nem eu me aguento!!! O que direi do restante do mundo??? Não é mau humor, não...é um fervilhar de idéias. Tenho de me segurar para não desembestar à falar, diz a sabedoria. Aí me meto à escrever até o último minuto de sossego.Pois bem ele chegou e tenho de ir trabalhar :o)
Uma excelente segunda feira para todos!!!

One day I'll fly away

...

23.8.09

Já perceberam como existem situações em que quase somos, que quase vamos, que quase encontramos...ah, mas se não fosse o quase...uma palavra pequena e aparentemente sem muita importância. Mas é esse quase que muda a minha vida, a sua vida, afinal, o vida de todos nós. Assim sendo, eu quase fico triste, eu quase sinto falta e quase não me conformo.Pior ainda quando quase lê-se, quase vê-se, quase escuta-se e quase faz-se.Mas não sei ser mulher de quases, preciso acreditar em certezas, embora saiba que elas não são verdades absolutas, nem tão certas assim.Mas não sejam quase, não sejam metades, sejam inteiros!

"Para ser grande, sê inteiro: nada
Teu exagera ou exclui.
Sê todo em cada coisa.Põe quanto és
No mínimo que fazes.
Assim em cada lago a lua toda
Brilha, porque alta vive."
(Ricardo Reis)

Bocelli

Vamos lá:
Alguém poderia me esclarecer baseado em quais argumentos o jornalista ................, considerou na edição de 12 de agosto/09, da Revista Veja, o tenor italiano Andrea Bocelli, cafoníssimo??? Assim mesmo, no superlativo. No meio do texto que tecia elogios ao maestro Zubin Mehta, ele disparou:
"Menos perdoáveis do que esses lapsos são algumas escolhas discográficas: em 1990, Mehta foi um dos artífices do projeto Os Três Tenores, que reuniu Plácido Domingo, Luciano Pavarotti e José Carreras na interpretação de árias de ópera e canções populares.Também já gravou com o cafoníssimo tenor italiano Andrea Bocelli."
Como assim? O que seria cafona em Bocelli, o nome? As roupas? O eclético repertório? A voz? A cegueira? O sucesso?
Eu mesma, que não sou fã de óperas, crescida aos sons de Chico Buarque, dos Beatles e dos Rolling Stones, acompanhando minha mãe ao show de Bocelli no Rio de Janeiro, tive de me render à tamanha elegância.Confesso que me emocionei ao ponto de derrubar lágrimas.
Então, o que vc vê de cafona em Bocelli?

Seven Pounds

Will Smith se superou neste último trabalho.Gostei muito do roteiro Teve momentos em que até parecia que o filme iria descambar para o clichê, mas se recuperou bem...Achei o filme lindooooooooooooo!!!

Ando literalmente encantada por uma nova paixão!!!
Não é tão nova assim...é mais ou menos....
Me dei de presente no aniversário do ano passado dois novos decks de Tarôt : o Zen do OSHO e o Tarô da Criança Interior (Inner Child Cards), de Isha e Mark Lerner. O do Osho eu já estudei e é o tipo de carta que leva o indivíduo ao estado Zen, algo que eu só recorro mesmo quando meu nível de stress foge do controle.
Mas o Inner Child ficou na prateleira dos baralhos até a semana passada, que foi quando senti o impulso de estudá-lo. E que grata surpresa!
O subtítulo diz: uma viagem da psique humana pelos contos de fadas, pelos mitos e pela natureza.E é isto mesmo que ele faz! São estórias que conhecemos desde criança e que estão lá aconchegadas em algum lugar do nosso subconsciente. É um prazer este reencontro.
Carta V - O Mago
O Papa ou Hierofante aqui é chamado de O MAGO, um mestre amável, sensível e compassível. Quando esta carta aparece numa disposição indica um mestre espiritual. Podemos aqui visualizar, Merlin e até mesmo Gandalf. Quem está inspirando você nesse momento? Considere as áreas da música, arte, literatura, filosofia, da história e da natureza como o caminho para o conhecimento superior.Sobretudo, com suas habilidades de visualização , veja sua vida ligada à uma infinidade de pessoas de mentalidade semelhante.
A maior surpresa no estudo deste Tarot não são os arcanos maiores e sim os menores, verdadeiras preciosidades, portas de entrada para a alma. Levarei algum tempo até estudar todas as 78 cartas, mas tem sido um trabalho mais que prazeroso.
Tira dúvidas:
O sufixo -oso (“pleno, cheio de”) liga-se diretamente ao radical, prazer, nada justificando o aparecimento do -i-: Atividades prazerosas. A pronúncia prazeiroso se deve a analogia indevida com palavras como cheiroso, na qual o i já aparecia na palavra primitiva. O mesmo vale para o advérbio: prazerosamente. (Fonte: Colégio Objetivo)