Me parece que não está seguro cruzar os mares por enquanto...até quando e até aonde vão os ataques do Estado Islâmico?
Minha intuição, infelizmente, me diz que não será seguro para turistas perambular pela Europa.
Vamos então para o Japão, conduzidos pela trilha sonora do filme: "Memórias de uma Gueixa", baseado no livro de Arthur Golden
"He was like a song I'd heard once in fragments, but had been singing in my mind ever since.
Though of course, the notes had changed a bit over time."
22.3.16
21.3.16
Frida Kahlo foi uma figura marcante.
Com uma vida prá lá de conturbada e carregada de sofrimentos, mais do que pintar, ela sabia mesmo era amar.
Viveu com Diego Rivera um amor intenso, cheio de defeitos e até mesmo indefinível, mas mesmo assim amor!
Julie Taymor fez um bonito filme com a história deles:
Foi ela que disse:
“Pode inventar verbos?
Quero dizer-te um: ‘Eu te céu’.
Assim minhas asas se estendem enormes, para amar-te sem medidas.”
Eu diria:
Eu te mar...
Com uma vida prá lá de conturbada e carregada de sofrimentos, mais do que pintar, ela sabia mesmo era amar.
Viveu com Diego Rivera um amor intenso, cheio de defeitos e até mesmo indefinível, mas mesmo assim amor!
Julie Taymor fez um bonito filme com a história deles:
Foi ela que disse:
“Pode inventar verbos?
Quero dizer-te um: ‘Eu te céu’.
Assim minhas asas se estendem enormes, para amar-te sem medidas.”
Eu diria:
Eu te mar...
20.3.16
Está uma linda manhã de outono!!!
E para melhorar leio logo cedo o seguinte texto:
“Tome a mesma mulher aos 20 e depois aos 50 anos”.
Num segundo momento ela será umas sete ou oito vezes mais interessante, sedutora e irresistível do que no primeiro. Ela perde o frescor juvenil, é verdade. Mas também o ar inseguro de quem ainda não sabe direito o que quer da vida, de si mesmo, de um homem.
Não sustenta mais aquele ar ingênuo, uma característica sexy da mulher de 20. Só que é compensado por outros atributos encantadores de que se reveste a mulher depois dos 50. Como se conhece melhor, ela é muito mais autêntica, centrada, certeira no trato consigo mesma e com seu homem.
Depois dos 50, a mulher tem uma relação mais saudável com o próprio corpo e com o seu cheiro cíclico. Não briga mais com nada disso. Na verdade, ela quer brigar o menos possível. Está interessada em absorver do mundo o que lhe parecer justo e útil, ignorando o que for feio e baixo-astral. Quer é ser feliz. Se o seu homem não gostar do jeito que ela é, que vá procurar outra. Ela só quer quem a mereça.
Depois dos 50, a mulher sabe se vestir. Domina a arte de valorizar os pontos fortes e disfarçar o que não interessa mostrar. Sabe escolher sapatos, tecidos e decotes, maquiagem e corte de cabelo. Mas, sobretudo, gosta do melhor de si mesma. E tem gestos mais delicados e elegantes. Depois dos 50, ela carrega um olhar muito mais matador quando interessa matar. E finge indiferença com mais competência quando interessa repelir. Ela não é mais bobinha. Não fica menos inconstante (aqui depende).
(...) Mas, depois dos 50, ela já sabe lidar com este aspecto peculiar da condição feminina. E poupa (exceto quando não quer) o seu homem desses altos e baixos hormonais que aos 20 a atingem e a quem mais estivesse por perto, irremediavelmente. Aos 20, a mulher tem espinhas. Depois dos 50, tem pintas. Encantadoras pintas... Que só sabem mesmo onde termina, uns poucos e sortudos escolhidos. Sim, aos 20, a mulher é escolhida. Depois dos 50, é ela quem escolhe.
(...) A mulher depois dos 50, mais do que aos 20, cheira bem, dá gosto de olhar, captura os sentidos, provoca fome. Depois dos 50, ela é mais natural, sábia e serena. Menos ansiosa menos estabanada. Até seus dentes parecem mais claros. Seus lábios, mais reluzentes. Sua saliva, mais potável. E o brilho da pele não é o da oleosidade dos 20 anos, mas pura luminosidade. Aos 20 anos, ela rói unha. Depois dos 50, constrói para si mãos plásticas e perfeitas. Ainda desenvolve um toque ao mesmo tempo firme e suave.
(...) Acontece também alguma coisa com os cílios, o desenho das sobrancelhas. O jeito de olhar fica mais glamoroso, mais sexualmente arguto. Depois dos 50, quando ousa no que quer que seja, a mulher costuma acertar em cheio. No jogo com os homens, já aprendeu a atuar no contra-ataque. Quando dá o bote, é pra liquidar a fatura. Ela sabe dominar seu parceiro sem que ele se sinta dominado. Mostra sua força na hora certa e de modo sutil. Consegue o que pretende sem confrontos inúteis. Sabiamente, goza de prerrogativas da condição feminina sem engolir sapos supostamente decorrentes do fato de ser mulher.
Se você, mulher, anda preocupada porque não tem mais 20 anos, ou porque ainda não tem, mas percebeu que eles não vão durar para sempre, fique tranqüila. É precisamente, a partir dos 50, que o jogo começa a ficar bom!
Texto escrito pelo Adriano Silva, em 2011, quando tinha 31 anos e, na época, diretor da Redação da Revista Super Interessante, cargo ocupado hoje pelo Denis Russo Burgierman.
Esta nova propaganda da Becel traduz bem uma mulher de 50, aquela que sabe o que quer, amar e ser amada do seu jeito!
Aqui tem um outro texto do Adriano que gosto muito: Idiota à brasileira.
E para melhorar leio logo cedo o seguinte texto:
“Tome a mesma mulher aos 20 e depois aos 50 anos”.
Num segundo momento ela será umas sete ou oito vezes mais interessante, sedutora e irresistível do que no primeiro. Ela perde o frescor juvenil, é verdade. Mas também o ar inseguro de quem ainda não sabe direito o que quer da vida, de si mesmo, de um homem.
Não sustenta mais aquele ar ingênuo, uma característica sexy da mulher de 20. Só que é compensado por outros atributos encantadores de que se reveste a mulher depois dos 50. Como se conhece melhor, ela é muito mais autêntica, centrada, certeira no trato consigo mesma e com seu homem.
Depois dos 50, a mulher tem uma relação mais saudável com o próprio corpo e com o seu cheiro cíclico. Não briga mais com nada disso. Na verdade, ela quer brigar o menos possível. Está interessada em absorver do mundo o que lhe parecer justo e útil, ignorando o que for feio e baixo-astral. Quer é ser feliz. Se o seu homem não gostar do jeito que ela é, que vá procurar outra. Ela só quer quem a mereça.
Depois dos 50, a mulher sabe se vestir. Domina a arte de valorizar os pontos fortes e disfarçar o que não interessa mostrar. Sabe escolher sapatos, tecidos e decotes, maquiagem e corte de cabelo. Mas, sobretudo, gosta do melhor de si mesma. E tem gestos mais delicados e elegantes. Depois dos 50, ela carrega um olhar muito mais matador quando interessa matar. E finge indiferença com mais competência quando interessa repelir. Ela não é mais bobinha. Não fica menos inconstante (aqui depende).
(...) Mas, depois dos 50, ela já sabe lidar com este aspecto peculiar da condição feminina. E poupa (exceto quando não quer) o seu homem desses altos e baixos hormonais que aos 20 a atingem e a quem mais estivesse por perto, irremediavelmente. Aos 20, a mulher tem espinhas. Depois dos 50, tem pintas. Encantadoras pintas... Que só sabem mesmo onde termina, uns poucos e sortudos escolhidos. Sim, aos 20, a mulher é escolhida. Depois dos 50, é ela quem escolhe.
(...) A mulher depois dos 50, mais do que aos 20, cheira bem, dá gosto de olhar, captura os sentidos, provoca fome. Depois dos 50, ela é mais natural, sábia e serena. Menos ansiosa menos estabanada. Até seus dentes parecem mais claros. Seus lábios, mais reluzentes. Sua saliva, mais potável. E o brilho da pele não é o da oleosidade dos 20 anos, mas pura luminosidade. Aos 20 anos, ela rói unha. Depois dos 50, constrói para si mãos plásticas e perfeitas. Ainda desenvolve um toque ao mesmo tempo firme e suave.
(...) Acontece também alguma coisa com os cílios, o desenho das sobrancelhas. O jeito de olhar fica mais glamoroso, mais sexualmente arguto. Depois dos 50, quando ousa no que quer que seja, a mulher costuma acertar em cheio. No jogo com os homens, já aprendeu a atuar no contra-ataque. Quando dá o bote, é pra liquidar a fatura. Ela sabe dominar seu parceiro sem que ele se sinta dominado. Mostra sua força na hora certa e de modo sutil. Consegue o que pretende sem confrontos inúteis. Sabiamente, goza de prerrogativas da condição feminina sem engolir sapos supostamente decorrentes do fato de ser mulher.
Se você, mulher, anda preocupada porque não tem mais 20 anos, ou porque ainda não tem, mas percebeu que eles não vão durar para sempre, fique tranqüila. É precisamente, a partir dos 50, que o jogo começa a ficar bom!
Texto escrito pelo Adriano Silva, em 2011, quando tinha 31 anos e, na época, diretor da Redação da Revista Super Interessante, cargo ocupado hoje pelo Denis Russo Burgierman.
Esta nova propaganda da Becel traduz bem uma mulher de 50, aquela que sabe o que quer, amar e ser amada do seu jeito!
Aqui tem um outro texto do Adriano que gosto muito: Idiota à brasileira.
19.3.16
No meu momento pausa desligo o televisor e vou procurar o que fazer!
Estou começando a decupar o filme que vou discutir em abril num miniciclo de filmes com o David Bowie na Unicamp.Sabe que analisando "Furyo" quadro a quadro ele é um grande filme. Hoje trabalhei nos primeiros 20 minutos e ele é historicamente muito rico.Dá para traçar uma relação muito boa entre moral, cultura, comportamentos sob pressão, fragilidades emocionais, geografia e momento histórico. Além da trilha sonora que contém uma música que está na lista das minhas 10 favoritas:"Forbidden Colours".
Parei para me dedicar às panelas.
Na próxima terça feira completo um mês de uma alimentação sem glúten, ou seja, sem trigo de qualquer espécie.Com uma forte influência do norte da Itália na minha genética achei que fosse morrer sem glúten.
O médico disse que leva um tempo para sentirmos os efeitos desta nova alimentação que é composta de muitas frutas, verduras, legumes, alguns tubérculos como mandioca, batata doce e mandioquinha.De farinha redescobri a de arroz, a fécula de batata e o polvilho.
Minha criatividade, inclusive para saladas, está a mil, vou de beterraba à soja em alguns minutos, passando por berinjelas, abobrinhas, vagem, grão de bico e etc.
Semana passada fiz empadinhas sem glúten, kibe com quinoa e bolinhos de espinafre com farinha de arroz.Faço um escondidinho de mandioca com qualquer recheio que é imbatível!
Mas minha pièce de résistance é mesmo o bolo de maçã, frutas secas, aveia e fubá.
Ele leva 5 maçãs com casca, 5 ovos, 1 xícara de açúcar (eu uso demerara), 1/2 copo de óleo (eu uso de girassol), 1 xícara de aveia grossa, 1 xícara de aveia fina, 1 xícara de fubá, 1 colher se sopa de fermento e muitas frutas secas (eu uso uva passa, damasco e abacaxi- umas duas xícaras ).Nozes são opcionais.Gosto da castanha do pará.As medidas de xícaras usadas são de chá e bem cheias.
Modo de fazer: descasque as maçãs e bata as cascas no liquidificador com os ovos, o açúcar e o óleo.Numa vasilha funda coloque as maçãs picadas em cubos não muito pequenos.Adicione as frutas secas, as aveias, a mistura do liquidificador, o fubá e por último o fermento em pó.
Unte uma forma grande, do tipo tabuleiro, com manteiga e fubá, despeje a massa e leve ao forno pré aquecido, na temperatura de 180 graus, até ficar dourado.
Dá um bolo grande e congela muito bem.
E combina com café tanto quanto goiabada com queijo.
Minha mãe já me encomendou um para o próximo final de semana.
Ou seja, há vida e muita, além do glúten.
Estou começando a decupar o filme que vou discutir em abril num miniciclo de filmes com o David Bowie na Unicamp.Sabe que analisando "Furyo" quadro a quadro ele é um grande filme. Hoje trabalhei nos primeiros 20 minutos e ele é historicamente muito rico.Dá para traçar uma relação muito boa entre moral, cultura, comportamentos sob pressão, fragilidades emocionais, geografia e momento histórico. Além da trilha sonora que contém uma música que está na lista das minhas 10 favoritas:"Forbidden Colours".
Parei para me dedicar às panelas.
Na próxima terça feira completo um mês de uma alimentação sem glúten, ou seja, sem trigo de qualquer espécie.Com uma forte influência do norte da Itália na minha genética achei que fosse morrer sem glúten.
O médico disse que leva um tempo para sentirmos os efeitos desta nova alimentação que é composta de muitas frutas, verduras, legumes, alguns tubérculos como mandioca, batata doce e mandioquinha.De farinha redescobri a de arroz, a fécula de batata e o polvilho.
Minha criatividade, inclusive para saladas, está a mil, vou de beterraba à soja em alguns minutos, passando por berinjelas, abobrinhas, vagem, grão de bico e etc.
Semana passada fiz empadinhas sem glúten, kibe com quinoa e bolinhos de espinafre com farinha de arroz.Faço um escondidinho de mandioca com qualquer recheio que é imbatível!
Mas minha pièce de résistance é mesmo o bolo de maçã, frutas secas, aveia e fubá.
Ele leva 5 maçãs com casca, 5 ovos, 1 xícara de açúcar (eu uso demerara), 1/2 copo de óleo (eu uso de girassol), 1 xícara de aveia grossa, 1 xícara de aveia fina, 1 xícara de fubá, 1 colher se sopa de fermento e muitas frutas secas (eu uso uva passa, damasco e abacaxi- umas duas xícaras ).Nozes são opcionais.Gosto da castanha do pará.As medidas de xícaras usadas são de chá e bem cheias.
Modo de fazer: descasque as maçãs e bata as cascas no liquidificador com os ovos, o açúcar e o óleo.Numa vasilha funda coloque as maçãs picadas em cubos não muito pequenos.Adicione as frutas secas, as aveias, a mistura do liquidificador, o fubá e por último o fermento em pó.
Unte uma forma grande, do tipo tabuleiro, com manteiga e fubá, despeje a massa e leve ao forno pré aquecido, na temperatura de 180 graus, até ficar dourado.
Dá um bolo grande e congela muito bem.
E combina com café tanto quanto goiabada com queijo.
Minha mãe já me encomendou um para o próximo final de semana.
Ou seja, há vida e muita, além do glúten.
18.3.16
Dá prá pedir uma pausa?
Somos um país dividido, os pró e os contra. No final só nós, os cidadãos, é que vamos perder.
Quem é político vai continuar fazendo política, de um lado ou de outro.Não acredito que tenhamos força para moralizar coisa alguma.Todos os políticos, tanto da situação quanto da oposição, possuem telhado de vidro.
Quando mais moça eu até acreditava em mudanças, lutava pelo que eu achava justo e sairia às ruas defendendo meu ponto de vista.
Não que eu tenha desistido de acreditar, mas, desconfiada, observo e respeito todas as linhas de pensamento, mesmo detestando extremismos. É difícil um posicionamento, principalmente pautado pela ética, pois os dois discursos (situação e oposição) possuem pontos pertinentes assim como alguns exageros político ideológicos.
E laranjas podres temos em todos os partidos.
Então, nesta briga, não quero me meter!
Só quero que esta crise acabe logo.
Somos um país dividido, os pró e os contra. No final só nós, os cidadãos, é que vamos perder.
Quem é político vai continuar fazendo política, de um lado ou de outro.Não acredito que tenhamos força para moralizar coisa alguma.Todos os políticos, tanto da situação quanto da oposição, possuem telhado de vidro.
Quando mais moça eu até acreditava em mudanças, lutava pelo que eu achava justo e sairia às ruas defendendo meu ponto de vista.
Não que eu tenha desistido de acreditar, mas, desconfiada, observo e respeito todas as linhas de pensamento, mesmo detestando extremismos. É difícil um posicionamento, principalmente pautado pela ética, pois os dois discursos (situação e oposição) possuem pontos pertinentes assim como alguns exageros político ideológicos.
E laranjas podres temos em todos os partidos.
Então, nesta briga, não quero me meter!
Só quero que esta crise acabe logo.
13.3.16
Talvez hoje algo mude na nossa política por conta das manifestações populares.
Só espero que não entreguem a direção desta nau desgovernada aos leões.
Tenho medo de retrocessos.
Tenho lá minhas dúvidas se a corrupção pode ter fim, ela é histórica, inclusive apartidária.
Vamos tentar salvar o que ainda tem salvação...o bom seria começarem com a educação.
E passando da educação para a música, vou compartilhar, outra vez, esta música do jovem músico Tom Drummond.
Só espero que não entreguem a direção desta nau desgovernada aos leões.
Tenho medo de retrocessos.
Tenho lá minhas dúvidas se a corrupção pode ter fim, ela é histórica, inclusive apartidária.
Vamos tentar salvar o que ainda tem salvação...o bom seria começarem com a educação.
E passando da educação para a música, vou compartilhar, outra vez, esta música do jovem músico Tom Drummond.
9.3.16
Sobre trilhas sonoras.
Tenho um lista com as, pelo menos, 50 melhores trilhas de filmes.
Tenho um lista com as, pelo menos, 50 melhores trilhas de filmes.
Saindo do que é mais evidente como Morricone, Nino Rota, John Barry, Maurice Jarre, John Willians, Henry Mancini e Joe Hisaishi, além do Ryuichi Sakamoto, ainda tem muita coisa boa!!!
Como a música do argentino Gato Barbieri para o filme "Último Tango em Paris", do Bertolucci:
Como a música do argentino Gato Barbieri para o filme "Último Tango em Paris", do Bertolucci:
8.3.16
Ser mulher, com todas as alegrias e dores que nos pertencem, é ainda um presente!
Aqui tem mais sobre mulheres.
Aqui tem mais sobre mulheres.
7.3.16
Vinicius era mesmo genial...um boêmio, profundo conhecedor da alma feminina, sabia exatamente que palavras usar para amolecer o mais duro dos corações.
E tem dias em que precisamos somente de uma dose extra de
TERNURA
Eu te peço perdão por te amar de repente
Embora o meu amor seja uma velha canção nos teus ouvidos
Das horas que passei à sombra dos teus gestos
Bebendo em tua boca o perfume dos sorrisos
Das noites que vivi acalentado
Pela graça indizível dos teus passos eternamente fugindo
Trago a doçura dos que aceitam melancolicamente.
E posso te dizer que o grande afeto que te deixo
Não traz o exaspero das lágrimas nem a fascinação das promessas
Nem as misteriosas palavras dos véus da alma...
É um sossego, uma unção, um transbordamento de carícias
E só te pede que te repouses quieta, muito quieta
E deixes que as mãos cálidas da noite encontrem sem fatalidade o olhar [ extático da aurora.
Texto extraído da antologia "Vinicius de Moraes - Poesia completa e prosa", Editora Nova Aguilar - Rio de Janeiro, 1998, página 259.
E tem dias em que precisamos somente de uma dose extra de
TERNURA
Eu te peço perdão por te amar de repente
Embora o meu amor seja uma velha canção nos teus ouvidos
Das horas que passei à sombra dos teus gestos
Bebendo em tua boca o perfume dos sorrisos
Das noites que vivi acalentado
Pela graça indizível dos teus passos eternamente fugindo
Trago a doçura dos que aceitam melancolicamente.
E posso te dizer que o grande afeto que te deixo
Não traz o exaspero das lágrimas nem a fascinação das promessas
Nem as misteriosas palavras dos véus da alma...
É um sossego, uma unção, um transbordamento de carícias
E só te pede que te repouses quieta, muito quieta
E deixes que as mãos cálidas da noite encontrem sem fatalidade o olhar [ extático da aurora.
Texto extraído da antologia "Vinicius de Moraes - Poesia completa e prosa", Editora Nova Aguilar - Rio de Janeiro, 1998, página 259.
6.3.16
Com a televisão ligada nos noticiários passei os últimos três dias tentando recolocar as coisas no lugar! Só agora me dei conta de quanto tenho de livros, filmes, CDs e fotografias antigas.
Aliás, a demora se dá por conta disso.Vou parando para folhear um livro ou escutar um CD.As fotografias estou guardando em duas gavetas, uma só não deu, e só vou mexer depois.
Hoje a chuva pedia um bom acompanhamento para esta árdua tarefa. Como sempre tenho um pouco de bacalhau dessalgado no congelador tratei de arrumar um excelente vinho para acompanhar uns bolinhos com massa de mandioca!
E enquanto não sabemos ao certo como ficará o futuro do país, vou arrumando minhas coisas e vivendo o presente porque a vida é agora.
Aliás, a demora se dá por conta disso.Vou parando para folhear um livro ou escutar um CD.As fotografias estou guardando em duas gavetas, uma só não deu, e só vou mexer depois.
Hoje a chuva pedia um bom acompanhamento para esta árdua tarefa. Como sempre tenho um pouco de bacalhau dessalgado no congelador tratei de arrumar um excelente vinho para acompanhar uns bolinhos com massa de mandioca!
E enquanto não sabemos ao certo como ficará o futuro do país, vou arrumando minhas coisas e vivendo o presente porque a vida é agora.
2.3.16
23.2.16
Ando otimista!
Andei um período um pouco desanimada, minha mente estava meio embaçada como uma janela em dia de chuva.
Nessas horas fica difícil enxergar além...
Eu estava realmente displicente.
Deixei-me levar pelo pessimismo e por algumas limitações físicas.
Aí resolvi voltar para a homeopatia!
Descobri que boa parte do que eu estava sentindo é nada mais, nada menos, que o início da menopausa.
Palavra que, à princípio, nos causa um certo espanto.Mas depois que aceitamos a sua chegada tudo fica mais claro.
Aos poucos estou voltando a sonhar, desejar, planejar e etc.
Estou até cantando outra vez, bem baixinho, porque não sou nem louca de me escutar em alto e bom som.
Sou muito desafinada...e mesmo assim, nada melódica, sussurro umas canções.
Coragem eu tenho!
E nesta música Zélia Duncan e Paulinho Moska nos chamam prá cantar junto:
Então, agora caiu a ficha de que meu corpo está envelhecendo, mas estou me sentindo muito bem, porque minha alma continua bem viva e jovem!!!
Porque sim, sou de carne e osso.
Andei um período um pouco desanimada, minha mente estava meio embaçada como uma janela em dia de chuva.
Nessas horas fica difícil enxergar além...
Eu estava realmente displicente.
Deixei-me levar pelo pessimismo e por algumas limitações físicas.
Aí resolvi voltar para a homeopatia!
Descobri que boa parte do que eu estava sentindo é nada mais, nada menos, que o início da menopausa.
Palavra que, à princípio, nos causa um certo espanto.Mas depois que aceitamos a sua chegada tudo fica mais claro.
Aos poucos estou voltando a sonhar, desejar, planejar e etc.
Estou até cantando outra vez, bem baixinho, porque não sou nem louca de me escutar em alto e bom som.
Sou muito desafinada...e mesmo assim, nada melódica, sussurro umas canções.
Coragem eu tenho!
E nesta música Zélia Duncan e Paulinho Moska nos chamam prá cantar junto:
Então, agora caiu a ficha de que meu corpo está envelhecendo, mas estou me sentindo muito bem, porque minha alma continua bem viva e jovem!!!
Porque sim, sou de carne e osso.
22.2.16
Ufa, a reforma acabou e estou de volta a normalidade...e com isto consegui terminar uns textos que estavam pendentes e ainda sobrou tempo de ler um pouco de Hilda Hilst:
...A Fome do Primeiro Grito...
Se te pareço noturna e imperfeita
Olha-me de novo. Porque esta noite
Olhei-me a mim, como se tu me olhasses.
E era como se a água desejasse
Escapar de sua casa que é o rio
E deslizando apenas, nem tocar a margem.
Te olhei. E há um tempo.
Entendo que sou terra.
Há tanto tempo espero
Que o teu corpo de água mais fraterno
Se estenda sobre o meu. Pastor e nauta
Olha-me de novo. Com menos altivez.
E mais atento.
De Júbilo Memória Noviciado da Paixão (1974)
...A Fome do Primeiro Grito...
Se te pareço noturna e imperfeita
Olha-me de novo. Porque esta noite
Olhei-me a mim, como se tu me olhasses.
E era como se a água desejasse
Escapar de sua casa que é o rio
E deslizando apenas, nem tocar a margem.
Te olhei. E há um tempo.
Entendo que sou terra.
Há tanto tempo espero
Que o teu corpo de água mais fraterno
Se estenda sobre o meu. Pastor e nauta
Olha-me de novo. Com menos altivez.
E mais atento.
De Júbilo Memória Noviciado da Paixão (1974)
20.2.16
14.2.16
Nessun dorma! Nessun dorma!
Tu pure, o, Principessa, nella tua fredda stanza,
guardi le stelle che tremano d'amore e di speranza.
Ma il mio mistero e chiuso in me, il nome mio nessun saprá!
No, no, sulla tua bocca lo diró quando la luce splenderá!
Ed il mio bacio sciogliera il silenzio che ti fa mia!(...)
13.2.16
Boa reflexão para uma vida inteira:
Texto do livro “Erótica é a Alma” de Adélia Prado
"Todos vamos envelhecer…
Querendo ou não, iremos todos envelhecer.As pernas irão pesar, a coluna doer, o colesterol aumentar. A imagem no espelho irá se alterar gradativamente e perderemos estatura, lábios e cabelos.
A boa notícia é que a alma pode permanecer com o humor dos dez, o viço dos vinte e o erotismo dos trinta anos.
O segredo não é reformar por fora. É, acima de tudo, renovar a mobília interior: tirar o pó, dar brilho, trocar o estofado, abrir as janelas, arejar o ambiente. Porque o tempo, invariavelmente, irá corroer o exterior. E, quando ocorrer, o alicerce precisa estar forte para suportar.
Erótica é a alma que se diverte, que se perdoa, que ri de si mesma e faz as pazes com sua história. Que usa a espontaneidade pra ser sensual, que se despe de preconceitos, intolerâncias, desafetos. Erótica é a alma que aceita a passagem do tempo com leveza e conserva o bom humor apesar dos vincos em torno dos olhos e o código de barras acima dos lábios.
Erótica é a alma que não esconde seus defeitos, que não se culpa pela passagem do tempo.
Erótica é a alma que aceita suas dores, atravessa seu deserto e ama sem pudores.
Aprenda: bisturi algum vai dar conta do buraco de uma alma negligenciada anos a fio. "
Texto do livro “Erótica é a Alma” de Adélia Prado
"Todos vamos envelhecer…
Querendo ou não, iremos todos envelhecer.As pernas irão pesar, a coluna doer, o colesterol aumentar. A imagem no espelho irá se alterar gradativamente e perderemos estatura, lábios e cabelos.
A boa notícia é que a alma pode permanecer com o humor dos dez, o viço dos vinte e o erotismo dos trinta anos.
O segredo não é reformar por fora. É, acima de tudo, renovar a mobília interior: tirar o pó, dar brilho, trocar o estofado, abrir as janelas, arejar o ambiente. Porque o tempo, invariavelmente, irá corroer o exterior. E, quando ocorrer, o alicerce precisa estar forte para suportar.
Erótica é a alma que se diverte, que se perdoa, que ri de si mesma e faz as pazes com sua história. Que usa a espontaneidade pra ser sensual, que se despe de preconceitos, intolerâncias, desafetos. Erótica é a alma que aceita a passagem do tempo com leveza e conserva o bom humor apesar dos vincos em torno dos olhos e o código de barras acima dos lábios.
Erótica é a alma que não esconde seus defeitos, que não se culpa pela passagem do tempo.
Erótica é a alma que aceita suas dores, atravessa seu deserto e ama sem pudores.
Aprenda: bisturi algum vai dar conta do buraco de uma alma negligenciada anos a fio. "
Desde que assumi novas funções na empresa não tive mais tempo para uma vida pessoal do modo que eu gostaria.Nem mesmo para o cinema tenho tido tempo suficiente. Na semana que vem terei uma reunião com meus colegas de filmagens e sei que não poderei, ou deverei, assumir muitos projetos este ano. Afinal, quero cuidar mais da minha casa, reunir amigos, tomar um café sossegada e ter tempo para ser quem realmente sou.
Sempre fui uma excelente companhia, bem disposta e divertida, mas ultimamente ando falhando. Chego com a cabeça tão cheia em casa que logo perco a vontade de sair. A tecnologia tem parte desta culpa, a internet e o celular não permitem que sejamos esquecidos por algumas horas, nem mesmo alguns minutos. Quanto mais responsabilidade temos mais solicitados somos.
O que eu quero é só sossego, sombra, água fresca e estar com as pessoas que amo!
Nessas horas me lembro do seguinte trecho do Pequeno Príncipe, de Saint Exupéry:
"E foi então que apareceu a raposa:
- Bom dia, disse a raposa.
- Bom dia, respondeu polidamente o principezinho que se voltou mas não viu nada.
- Eu estou aqui, disse a voz, debaixo da macieira...
- Quem és tu? perguntou o principezinho. Tu és bem bonita.
- Sou uma raposa.
- Vem brincar comigo, propôs o príncipe, estou tão triste...
- Eu não posso brincar contigo, disse a raposa.Não me cativaram ainda.
- Ah! Desculpa, disse o principezinho. Após uma reflexão, acrescentou:
- O que quer dizer cativar ?
- Tu não és daqui, disse a raposa. Que procuras?
- Procuro amigos, disse. Que quer dizer cativar?
- É uma coisa muito esquecida, disse a raposa.Significa criar laços...
- Criar laços?
- Exatamente, disse a raposa.Tu não és para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens necessidade de mim. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás pra mim o único no mundo. E eu serei para ti a única no mundo...
Mas a raposa voltou a sua idéia:
- Minha vida é monótona. E por isso eu me aborreço um pouco. Mas se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei o barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros me fazem entrar debaixo da terra. O teu me chamará para fora como música.
E depois, olha! Vês, lá longe, o campo de trigo? Eu não como pão. O trigo para mim é inútil. Os campos de trigo não me lembram coisa alguma. E isso é triste! Mas tu tens cabelo cor de ouro. E então serás maravilhoso quando me tiverdes cativado. O trigo que é dourado fará lembrar-me de ti. E eu amarei o barulho do vento do trigo...
A raposa então calou-se e considerou muito tempo o príncipe:
- Por favor, cativa-me! disse ela.
- Bem quisera, disse o príncipe, mas eu não tenho tempo. Tenho amigos a descobrir e mundos a conhecer.
- A gente só conhece bem as coisas que cativou, disse a raposa. Os homens não tem tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres uma amiga, cativa-me! Os homens esqueceram a verdade, disse a raposa. Mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas"
Sempre fui uma excelente companhia, bem disposta e divertida, mas ultimamente ando falhando. Chego com a cabeça tão cheia em casa que logo perco a vontade de sair. A tecnologia tem parte desta culpa, a internet e o celular não permitem que sejamos esquecidos por algumas horas, nem mesmo alguns minutos. Quanto mais responsabilidade temos mais solicitados somos.
O que eu quero é só sossego, sombra, água fresca e estar com as pessoas que amo!
Nessas horas me lembro do seguinte trecho do Pequeno Príncipe, de Saint Exupéry:
"E foi então que apareceu a raposa:
- Bom dia, disse a raposa.
- Bom dia, respondeu polidamente o principezinho que se voltou mas não viu nada.
- Eu estou aqui, disse a voz, debaixo da macieira...
- Quem és tu? perguntou o principezinho. Tu és bem bonita.
- Sou uma raposa.
- Vem brincar comigo, propôs o príncipe, estou tão triste...
- Eu não posso brincar contigo, disse a raposa.Não me cativaram ainda.
- Ah! Desculpa, disse o principezinho. Após uma reflexão, acrescentou:
- O que quer dizer cativar ?
- Tu não és daqui, disse a raposa. Que procuras?
- Procuro amigos, disse. Que quer dizer cativar?
- É uma coisa muito esquecida, disse a raposa.Significa criar laços...
- Criar laços?
- Exatamente, disse a raposa.Tu não és para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens necessidade de mim. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás pra mim o único no mundo. E eu serei para ti a única no mundo...
Mas a raposa voltou a sua idéia:
- Minha vida é monótona. E por isso eu me aborreço um pouco. Mas se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei o barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros me fazem entrar debaixo da terra. O teu me chamará para fora como música.
E depois, olha! Vês, lá longe, o campo de trigo? Eu não como pão. O trigo para mim é inútil. Os campos de trigo não me lembram coisa alguma. E isso é triste! Mas tu tens cabelo cor de ouro. E então serás maravilhoso quando me tiverdes cativado. O trigo que é dourado fará lembrar-me de ti. E eu amarei o barulho do vento do trigo...
A raposa então calou-se e considerou muito tempo o príncipe:
- Por favor, cativa-me! disse ela.
- Bem quisera, disse o príncipe, mas eu não tenho tempo. Tenho amigos a descobrir e mundos a conhecer.
- A gente só conhece bem as coisas que cativou, disse a raposa. Os homens não tem tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres uma amiga, cativa-me! Os homens esqueceram a verdade, disse a raposa. Mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas"
10.2.16
Das tradições culinárias...depois de mais de 100 anos, durante o feriado de Carnaval, reproduzi a receita de bacalhau da minha trisavó Carlota (minha avó também se chamava Carlota), com maestria.Uma trentina de personalidade forte, figura arrebatadora, casou-se duas vezes.Sou descendente da segunda rodada.
Ao ficar viúva, ainda moça e com dois filhos pequenos, não pensou duas vezes e casou-se correndo com seu primeiro namorado.Na verdade foi só o tempo dele receber sua carta apaixonada e embarcar num vapor para o Brasil. Aí teve mais dois filhos, entre eles: meu bisavô Dante.
Há anos minha mãe não preparava esta receita e resolvi arriscar...o resultado foi uma iguaria de comer rezando.
Ao me ver montando o prato, o cara metade chegou a me perguntar se daria certo.Claro que sim, respondi, ainda sem ter certeza.
Para quem quiser experimentar, deixo aqui a receita da forma que me foi passada. Não tem medidas porque é tudo feito meio a olho.
Numa panela grande e alta, de fundo grosso, coloque azeite e uma camada de chuchus (usei 2) em rodelas largas.Esta é a base que costuma ficar levemente sapecada.
Na sequência, colocar em camadas:
Batatas em rodelas previamente cozidas "al dente" na água que aferventou o bacalhau
Bacalhau em lascas, dessalgado e aferventado
Tomates crús em rodelas
Uma mistura preparada com farinha de rosca, parmesão ralado, pimenta do reino, orégano e sal.
Cebolas cruas em rodelas
Regar com azeite
Repetir a operação.
Depois da cebola e do azeite, adicionar 4 conchas do caldo do bacalhau, que também foi usado para cozinhar as batatas.
Levar ao fogo baixo, com tampa.
As cebolas e tomates farão água, deixar ferver para reduzir.Não pode secar, senão queima o chuchu do fundo.
Usei aproximadamente 700 gr. de bacalhau, 2 kg de batatas, 3 cebolas grandes, 5 tomates, 100 gr. de farinha de rosca, 50 gr. de parmesão ralado.
Ao ficar viúva, ainda moça e com dois filhos pequenos, não pensou duas vezes e casou-se correndo com seu primeiro namorado.Na verdade foi só o tempo dele receber sua carta apaixonada e embarcar num vapor para o Brasil. Aí teve mais dois filhos, entre eles: meu bisavô Dante.
Há anos minha mãe não preparava esta receita e resolvi arriscar...o resultado foi uma iguaria de comer rezando.
Ao me ver montando o prato, o cara metade chegou a me perguntar se daria certo.Claro que sim, respondi, ainda sem ter certeza.
Para quem quiser experimentar, deixo aqui a receita da forma que me foi passada. Não tem medidas porque é tudo feito meio a olho.
Numa panela grande e alta, de fundo grosso, coloque azeite e uma camada de chuchus (usei 2) em rodelas largas.Esta é a base que costuma ficar levemente sapecada.
Na sequência, colocar em camadas:
Batatas em rodelas previamente cozidas "al dente" na água que aferventou o bacalhau
Bacalhau em lascas, dessalgado e aferventado
Tomates crús em rodelas
Uma mistura preparada com farinha de rosca, parmesão ralado, pimenta do reino, orégano e sal.
Cebolas cruas em rodelas
Regar com azeite
Repetir a operação.
Depois da cebola e do azeite, adicionar 4 conchas do caldo do bacalhau, que também foi usado para cozinhar as batatas.
Levar ao fogo baixo, com tampa.
As cebolas e tomates farão água, deixar ferver para reduzir.Não pode secar, senão queima o chuchu do fundo.
Usei aproximadamente 700 gr. de bacalhau, 2 kg de batatas, 3 cebolas grandes, 5 tomates, 100 gr. de farinha de rosca, 50 gr. de parmesão ralado.
7.2.16
Escutei lá no Delito de Opinião.
E, de cara, fiquei encantada!!!
Quanta coisa boa tem por aí nesse mundão...
E, de cara, fiquei encantada!!!
Quanta coisa boa tem por aí nesse mundão...
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